Botafogo não é forte no contra-ataque nem contra times postados ou no jogo aéreo. Como vencer?

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Rhuan - Botafogo x Goiás
Vitor Silva/Botafogo

O maior problema do Botafogo é unânime: falta poder ofensivo. É um time que tem bom goleiro, zaga jovem em crescimento, meio consistente e dois centroavantes. Mas sofre sem pontas prontos ou jogadores decisivos.

Quando enfrenta time que o oferece o contra-ataque, o Botafogo não tem velocidade para aproveitar. Quando enfrenta times bem postados defensivamente, como o Goiás, não tem criatividade, inspiração ou talento individual para encontrar os espaços. Para completar, não é bom na bola parada e no jogo aéreo.

Como vencer jogos assim? Não à toa o Botafogo tem dez empates no Campeonato Brasileiro.

Contra o Goiás, era jogo para vencer, ainda mais com o primeiro tempo que o time fez. Jogou no campo do adversário, pressionou e viu Tadeu fazer grandes defesas. Com a equipe bem, faltou um Bruno Nazário mais ativo na direita e um Rhuan mais decisivo na esquerda.

Mas o dilema é: como reclamar de Bruno Nazário e Rhuan se quem entra é pior? Nazário parava a bola, colocava no campo e buscava jogadas. Rhuan se mexia, abria espaços e forçava jogadas. Só que errava muito na escolha das jogadas. Quando foram substituídos por Davi Araújo e Guilherme Santos, o time acabou ofensivamente.

Vai se somando também o desgaste físico, a capacidade de Honda e Caio Alexandre de atacar diminuindo e o Botafogo vai até o fim do jogo sem incomodar o Goiás.

Bruno Lazaroni, que foi mal nas substituições, tem um desafio de fazer o time produzir e ser mais efetivo no ataque. A diretoria tem uma missão maior de encontrar reforços que deem qualidade ofensiva, pontos e vitórias ao Botafogo.

Fonte: Redação FogãoNET

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