Bruno Lazaroni morreu abraçado com Cícero no Botafogo

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Bruno Lazaroni morreu abraçado com Cícero no Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Durou apenas um mês ou seis jogos a passagem de Bruno Lazaroni como técnico do Botafogo. Entre acertos e erros, um problema que comprometeu seu trabalho foi a insistência com Cícero.

O volante já é contestado desde 2019, virou reserva, foi afastado, treinou em separado, chegou a ter saída anunciada e voltou ao elenco a pedido do gerente de futebol Túlio Lustosa.

Mesmo sem jogar e treinar com o grupo há bastante tempo, Cícero em menos de uma semana voltou a jogar. Um erro de Lazaroni e do Botafogo.

Antes da volta do volante, Lazaroni computava um empate contra o Fluminense e as vitórias sobre Palmeiras e Sport. Cícero entrou no segundo tempo contra o Grêmio, quando o Botafogo perdia por 2 a 1 e tinha um jogador a mais, substituindo Guilherme Santos. Pouco fez em campo e apenas assistiu ao terceiro gol, marcado por Pepê.

Diante do Goiás, Cícero entrou apenas nos minutos finais, no lugar de Rafael Forster no empate em 0 a 0. Foi um indicativo do que Lazaroni faria no jogo seguinte, contra o Cuiabá. A aposta não deu resultado, o volante não foi intenso, não marcou bem, se omitiu nas saídas de bola e se limitou a passes laterais. Uma escolha errada que prejudicou todo o funcionamento do time, que, com três volantes, pouco ameaçou.

Cícero não foi o único problema em campo, Rhuan também erra bastante, Bruno Nazário não voltou bem de lesão e Pedro Raul não mantém regularidade, entre outros jogadores. Mas o volante acaba sendo um símbolo da curta era Bruno Lazaroni como técnico do Botafogo em 2020.

Fonte: Redação FogãoNET

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