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Análise: empate sem gols com o Boavista revela tamanho do desafio para Chamusca no Botafogo

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Blog da Redação

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Análise: empate sem gols com o Boavista revela tamanho do desafio para Chamusca no Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Na estreia de Marcelo Chamusca no comando da equipe, o Botafogo empatou sem gols com o Boavista no Nilton Santos. Sem grandes novidades em relação ao time da última temporada, o Alvinegro voltou a mostrar dificuldade em converter chances em gol.

O treinador Marcelo Chamusca manteve o 4-2-3-1 que levou o Botafogo a duas boas atuações nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro. A novidade na escalação inicial foi a entrada de Rickson que retornou ao clube após empréstimo ao Guarani. Kayque, que terminou o Brasileirão como um dos destaques do time, teve o contrato renovado até o final do Carioca, mas ainda não foi regularizado. A opção por Bruno Nazário como meia foi a escolha mais questionada, uma vez que o jogador foi um dos mais criticados na temporada passada e negocia sua saída do clube.

Análise Botafogo x Boavista

Desde os primeiros minutos, o Botafogo controlou a posse de bola, mas sofreu para furar a defesa adversária e criar chances de gol. A falta de velocidade na troca de passes e a pouca mobilidade na movimentação são antigos problemas da equipe e precisam ser focos do trabalho de Chamusca.

As atuações apagadas de Luiz Otávio e Rickson, com erros técnicos primários, comprometeram o coletivo da equipe. Luiz Otávio pouco ajudou na saída de bola e Rickson falhou na função de aparecer como opção de ataque de forma consistente, como Kayque vinha fazendo nos últimos jogos. Nazário também teve desempenho muito discreto, não funcionando como elo entre meio-campo e ataque.

O Boavista, treinado pelo ex-centroavante Leandrão, começou o jogo tentando colocar intensidade. O time de Saquarema se preparou exclusivamente para o Carioca desde janeiro e tentou usar a velocidade em um jogo direto para explorar seu melhor condicionamento físico. No entanto, a intensidade que o time buscou com a bola não conseguiu colocar na marcação que, sem pressão e com linhas muito baixas, permitiu ao Alvinegro ocupar e controlar o campo de ataque.

Conforme o volume de jogo do Glorioso foi crescendo, as oportunidades de gol foram surgindo. Os espaços apareceram pelas laterais com Ênio e, sobretudo, Warley que conseguiram levar a melhor nos duelos com os marcadores. Ficou claro que o caminho era explorar a fragilidade do miolo de zaga do adversário que bateu cabeça em bolas levantadas na área. Babi, Kevin, Kanu e Ênio tiveram chances de abrir o placar.

No retorno do intervalo, o jogo seguiu o mesmo roteiro da primeira etapa. O Botafogo controlando a partida, mas sem exercer uma pressão efetiva no ataque. Aos 17 minutos, Ronald veio para a partida e fez sua estreia jogando aberto pela ponta direita. O reforço mostrou potencial para se tornar boa opção de drible e velocidade no elenco.

Matheus Nascimento, agora com a camisa nove, entrou aos 28 do segundo tempo para formar dupla de ataque com Babi e preencher melhor o campo de ataque. Sem ser acionado em jogadas aéreas, Babi participou pouco do jogo. Aos 38 minutos, Cesinha e Navarro foram as últimas tentativas de Chamusca para mudar o panorama. A grande chance do Botafogo veio com Matheus Nascimento após levantamento na área de Bruno Nazário, mas o placar não mudou e o jogo terminou em 0 a 0.

Análise Botafogo x Boavista

Warley foi o destaque do jogo pelo lado do Glorioso. Enquanto jogou pelo lado direito, o camisa 25 foi a principal peça do sistema ofensivo. Na esquerda, desde a última temporada o jogador mostrou render menos com dificuldade em fazer a diagonal em direção à área.

O empate não foi catastrófico por se tratar da estreia do treinador e das condições excepcionais dessa temporada. Contudo, resultado e exibição deixam o torcedor preocupado, sem conseguir enxergar se essa equipe será capaz de render o suficiente para reconduzir o Botafogo ao seu lugar.

Na próxima segunda-feira (8) o Alvinegro enfrenta o Resende no Nilton Santos, pela segunda rodada do Campeonato Carioca.

Números do jogo:

Posse de bola – BOT 60% x 40% BOA
Finalizações – BOT 8 (4 no gol) x 7 (2) BOA
Faltas – BOT 27 X 18 BOA
Impedimentos – BOT 4 x 0 BOA
Escanteios – BOT 7 X 4 BOA

Fonte: Redação FogãoNET

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