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Pitacos: Botafogo minimiza danos em derrota na altitude; segue faltando força ao ataque

Redação

Por: Redação

- Atualizado em

Pitacos: Botafogo minimiza danos em derrota na altitude; segue faltando força ao ataque
Vitor Silva/Botafogo

* A derrota do Botafogo por 1 a 0 para o Nacional Potosí no jogo de ida da segunda fase da Libertadores é o famoso “dos males o menor”. Havia temor de um placar mais elástica, pela altitude e pela logística, pelas condições difíceis de se jogar.

* De modo geral, há de se elogiar o planejamento e a preparação do Botafogo para o jogo. O time sentiu os efeitos (o que não é natural), mas não tanto. Houve jogadores que mantiveram um bom nível físico, como Bastos, Alexander Barboza, Vitinho, Alex Telles e Newton, por exemplo.

* Também foi um acerto enviar Léo Linck antes. O goleiro não sofreu tanto nas finalizações e nas variações da bola. Teve dificuldade maior na reposição. Talvez pudessem (ou devessem) ter ido antes também jogadores como Kadir e Jhoan Hernández.

* O Botafogo fez um jogo mas controlado do que o imaginado. E poderia ter saído até mesmo com uma vitória. Faltou maior poder de definição.

* Esse ataque com baixo poder de fogo não é de hoje. Desde o ano passado o time se ressente de mais força, velocidade e explosão no ataque. Contratou apenas Lucas Villalba e nem se especulam mas reforços ofensivos. Vai fazer falta.

* E não é só por ontem, que era um jogo atípico. Em quatro clássicos, apenas um gol marcado. E foi por Alexander Barboza, após um escanteio. Esse time precisa de mais opções boas de ataque.

* Martín Anselmi tem boa intenção ao colocar Matheus Martins como centroavante, para fazer o facão, atacar a última linha e receber em profundidade. Só que ele não é um finalizador. Isso precisa ser trabalhado (e cobrado). Teve duas ótimas chances contra Flamengo e Nacional Potosí, em ambas chutou caindo, para fora, quando poderia até driblar o goleiro. Arthur Cabral ou Chris Ramos provavelmente nem chegariam na bola, Matheus Martins chega e perde o gol. Como fazer?

* Outro improviso que não tem funcionado também é Mateo Ponte na zaga pela direita. Não é a dele. Não tem a manha do combate direto ao centroavante e tem se enrolado na saída de bola. Vitinho, por ali, foi melhor.

* Seis derrotas seguidas. Não há outro remédio que não seja vencer. Há o contexto de time reserva em alguns jogos, altitude, clássicos, mas clube grande não pode se acostumar a perder. Até há evolução, mas é preciso haver vitórias para se ter paz para trabalhar. Agora, não há mas como adiar.

Fonte: Redação FogãoNET

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