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Pitacos: tem faltado ‘fome’ ao Botafogo; há jogadores devendo desde o ano passado

Redação

Por: Redação

- Atualizado em

Pitacos: tem faltado ‘fome’ ao Botafogo; há jogadores devendo desde o ano passado
Vitor Silva/Botafogo

* A Taça Rio não importa quase nada, o que torna difícil qualquer análise sobre o insosso Botafogo 0 x 0 Boavista neste sábado, no Estádio Nilton Santos. Mas o jogo pode ser colocado em um contexto maior no qual tem faltado “fome” a esse time.

* A sensação é que não importa a partida ou o resultado, o ritmo é sempre o mesmo. Passa uma impressão de “barriga cheia”, de “vou acelerar a hora que quiser”. Só que, na prática, essa equipe ainda não tem esse lastro nem essa força, ainda está se formando.

* O jogo contra o Boavista, assim como o segundo tempo contra o Nacional Potosí, é a hora de aproveitar, de jogar bem, de se divertir, de atacar, de ganhar moral e confiança. O Botafogo optou em ambos pelo ritmo lento, pelos passes curtos simples, pela falta de ambição dentro da partida, pela falta de coragem para jogar. Escolheu administrar.

* E aí de uma hora para outra vai jogar bem em jogos grandes? Não é assim que funciona. A construção de um time normalmente passa por vitórias simples contra times pequenos, depois vitórias mais elásticas, bons jogos contra adversários mais fortes e triunfos nesses jogos grandes.

* Escolhas de Martín Anselmi ajudam nessa sensação de “barriga cheia”, como um ataque sem força e explosão, com Artur, Joaquín Correa e Arthur Cabral. Ainda mais com os dois últimos sem ritmo. É válido dar minutagem para eles, mas provavelmente renderiam mais alguns jogadores que iriam encarar a oportunidade como jogo da vida, como Kauan Toledo, Kadir e Felipe Januário, por exemplo.

* O Botafogo tem jogadores que estão devendo desde o ano passado. E que não se vê algo sendo feito para mudar. Casos como Arthur Cabral, Joaquín Correa e Nathan Fernandes. Ou de Artur e Matheus Martins. Estes dois talvez com uma leve melhora recente, Artur aumentando o ritmo aos poucos, Matheus Martins se acostumando a uma nova função.

* Preocupante está Arthur Cabral. Contratado a peso de ouro, tem dado razão ao improviso de Matheus Martins como centroavante. O camisa 19 está mal fisicamente e tecnicamente. Tem dificuldades para acompanhar o ritmo do jogo e peca muitas vezes por não fazer o simples. Fez a torcida chiar contra o Boavista ao arriscar um chute de trivela para longe, da lateral da área, quando poderia cruzar. Se não está conseguindo jogar por conta da lombalgia, talvez seja melhor ficar um tempo fora tratando.

* Por fim, cabe ponderação a Martín Anselmi. Cadê o “ataque, ataque, ataque” pedido por John Textor? O Botafogo até agora é um time de “posse, posse, posse”. Desde o goleiro. Sai jogando pelo chão, troca passes na zona defensiva lentamente, rompe uma linha e não acelera, recua para voltar passes na defesa. Tem dificuldades para sair do lugar. É pouco. Vai ter que jogar muito mais contra o Barcelona-EQU na terceira fase da Libertadores.

Fonte: Redação FogãoNET

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