A CBF designou Lucas Paulo Torezin (PR) para ser o árbitro de remo x Botafogo, quarta (28/10), no Mangueirão, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Uma decisão que mostra a morte política do atual Botafogo, que não parece viver um bom clima.
Há pouco mais de um ano, após Grêmio 1×1 Botafogo, em Porto Alegre, pelo Campeonato Brasileiro de 2025, o árbitro Lucas Paulo Torezin relatou na súmula declarações fortes de Léo Coelho, diretor de coordenação de futebol alvinegro: “Você e seu VAR são uma vergonha, vai lavar sua cara, você nunca mais apita um jogo do Botafogo“.
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A promessa do dirigente se cumpriu por um ano. Mas agora a CBF parece ter ignorado o Botafogo e escalou o árbitro. Com John Textor e antes mesmo da SAF a entidade já fazia escolhas absurdas. Não podemos culpar a atual gestão por isso. Mas confesso que tinha esperança de uma melhora com João Paulo Magalhães Lins postando fotos até com o presidente da Fifa. Mas pelo visto o prestígio dele fica bem apenas no retrato.
Árbitro de Remo x Botafogo e o jogo com o Grêmio

O fato é que o Botafogo precisa primeiro reconstruir a sua credibilidade interna para apenas depois ganhar o respeito de fora. Em um cenário que ninguém sabe quem manda no clube e nem mesmo Gabriel de Alba abre a boca para falar algo, será difícil esta construção.
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Sobre a polêmica do ano passado, a reclamação de Léo Coelho em 2025 foi sobretudo por conta de um pênalti polêmico marcado, após revisão do VAR, a favor do Grêmio contra o Botafogo por um suposto toque com o braço de Matheus Martins, que estava de costas para o lance. O dirigente classificou como “vergonha”. Posteriormente, ele ainda foi suspenso por 15 dias pelo STJD pelas declarações.