A atual diretoria do Botafogo Social perde força nos bastidores do clube e tem ficado cada vez mais isolada. Não apenas a oposição, mas membros que apoiaram João Paulo Magalhães Lins, ex-Boavista, já se movimentam nos corredores alvinegros para tentar conter o ímpeto do atual presidente. Há o entendimento que o Social do Botafogo vem se desgastando sem necessidade e não consegue se comunicar com a opinião pública.
O Social do Botafogo vem sufocando as finanças do clube ao se recusar a assinar o aporte financeiro oferecido por John Textor. Várias lideranças internas entendem que o aporte, assim como aquele primeiro empréstimo, está longe de ser nocivo ao clube. Além disso pegou mal a declaração de Carlos Augusto Montenegro sobre o amadorismo.
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A oposição tem agido de maneira mais feroz. O ex-presidente do Conselho Fiscal do Botafogo, André Souza, chegou a questionar: ‘A quem interessa sufocar John Textor?’. Já Vinicius Assumpção abriu a série de críticas no começo da semana. Mas na “situação” há quem reclame.
Botafogo Social não se explica

Existem ainda pessoas no clube levantando o fato de que a decisão de João Paulo de não assinar os aportes podem levar a “Prejuízo ao patrimônio do clube”, algo possível de punição e afastamento. Entretanto, neste caso, João Paulo pode alegar outro ponto do estatuto do clube, que fala em “Assinatura de acordos, contratos ou dívidas sem aprovação dos órgãos competentes ou transparência”, para temer assinar o aporte. O X da questão é que o presidente do Botafogo pouco se explica para a imprensa.
O que ainda mantém João Paulo livre de problemas é que muitos dos que o apoiaram não entendem que ele deseja assumir a SAF do clube. A qualquer sinal do ex-Boavista neste sentido o clima pode esquentar na política botafoguense.