Estevão ficou de fora da Copa do Mundo. Wesley foi cortado no último amistoso antes do torneio. Neymar, que perde oportunidades de ouro de se calar, sequer conseguiu estrear. Já Raphinha deve ficar algum tempo fora depois da goleada sobre o Haiti. O Botafogo tem parcela de culpa nessas lesões da Seleção Brasileira? Se seguirmos a lógica de parte da imprensa e de alguns clubes do futebol brasileiro vai ficar difícil responder. Ainda mais porque temos o Estádio Nilton Santos.
Estevão, Wesley e Raphinha têm algo em comum. Não disputaram nenhuma partida em gramado sintético nesta temporada. Neymar também pouco atuou. Mas este não é o grande fator para um jogador se lesionar?
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As lesões na Copa do Mundo, que não se limitam ao time brasileiro, comprovam que o gramado sintético está longe de ser o vilão em termos de lesões. São atletas que não jogam neste tipo de grama.
Botafogo e a Seleção Brasileira como álibi

No Brasil este tipo de discussão vem sendo pautada apenas e tão somente porque existe o interesse de um clube, aliado da CBF, e de um grupo de jogadores, completamente fora da realidade do país. Não há conclusão científica sobre isso. Mas logicamente existe sim problemas de excesso de jogos e de gramados, de grama natural, cheios de buracos. Mas isso não importa.
O Botafogo segue jogando em granado sintético, assim como Palmeiras, Atlético-MG, Athletico Paranaense, Chapecoense e outros. E nem por isso tem mais jogadores lesionados que clubes que não usam esta grama. O resto, é narrativa.