A Taça Rio nos mostrou um absurdo cometido pelo Botafogo e que não consigo entender. Sei que Martín Anselmi tem direito de escolher e é responsável por suas escolhas. Mas algumas delas não entendo. O Botafogo desperdiçou uma grande oportunidade na vitória sobre o Boavista.
Vamos supor que você tenha um problema e quatro opções para tentar resolvê-lo. Optou pela primeira, a mais natural, e ela foi um fiasco. A segunda também passou longe. Já a terceira não foi de todo mal, mas está longe de ser confiável.
Ignorar uma das opções não é bom

Neste cenário qual o mais natural, testar a quarta opção ou voltar a testar as anteriores? Para mim parece normal ir na quarta opção, mas Anselmi não deve concordar.
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O problema em questão é a posição de goleiro do Botafogo. Anselmi testou Neto e deu errado. O mesmo serve para Léo Linck. Raul foi escolhido contra o Boavista e deu conta. Mas já sabemos que não é uma solução definitiva. Por que ignorar Cristhian Loor?
Loor não serve nem para a Taça Rio?

Loor parece um goleiro invisível. Treina mal? Não está pronto para ser testado nem na Taça Rio? Com a palavra, Anselmi.
O Botafogo está procurando sim um goleiro no mercado. Mas para as duas fases iniciais da Libertadores não rola. Portanto, é preciso agilidade na solução. E ignorar a possibilidade de testar Loor não me parece algo bom. E você, torcedor, testaria o equatoriano?