A pergunta mais importante neste momento da história do Glorioso é uma só: Qual a face real de John Textor no Botafogo? O clube vem convivendo com o dirigente desde 2022. Até 2024 foi o auge do casamento. Em 2025 algumas rusgas. Agora em 2026 é necessária uma terapia de casais. O dirigente vai ter que mostrar a sua real face e ninguém melhor do que ele para falar.
A semana do Botafogo foi terrível. Não falo dentro de campo. Mas do lado de fora. A negociação de Savariano, recheada de muito desrespeito, foi o estopim para a torcida que já tinha visto a saída de Marlon Freitas. Mas a angústia vem de antes.
Textor viu a torcida minimizar o Transfer Ban por confiar no dirigente. Nos bastidores se fazia chegar até a imprensa a sensação de que o problema estava perto de ser resolvido e que o clube estava pronto para inscrever atletas para o Campeonato Brasileiro. A janela nem foi das melhores. Agora vem a possibilidade de isso nem acontecer e o clube emprestar os contratados.
John Textor precisa falar no Botafogo

Enquanto a parte da imprensa que não gosta do clube especula, a torcida protesta em um misto de revolta e perplexidade. Afinal de contas, o Textor que ela se acostumou a ver não parecia ficar acuado.
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Não adianta reclamar das notícias que jogam o clube para baixo. Não adianta se magoar com a insatisfação da torcida. O momento é de dar as caras e falar a verdade ou, pelo menos, aquilo que pode ser dito sem comprometer nenhuma transação que venha beneficiar o clube. Mas falar mesmo e não divagar ou prometer o que não vai entregar. O pior cenário é o silêncio. A pior escolha é se calar. Pois quando se cala, automaticamente acaba se permitindo que alguém fale por você.