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Botafogo endinheirado aluga um ‘Triplextor’ na cabeça de muita gente. Transformação prometida ainda deve incomodar bastante

Carlos Eduardo Sangenetto

Por: Carlos Eduardo Sangenetto

- Atualizado em

Escudo do Botafogo em General Severiano
Vítor Silva/Botafogo

Qualquer processo de mudança requer adaptação, para tudo na vida. Mas sabemos que há mudanças e mudanças. Quando mudanças prometem ser grandes transformações, podem furar bolhas e até revolucionar todo um cenário. O dicionário diz: revolucionar agita, revolta, perturba. E é isso que o Botafogo começa a causar no futebol brasileiro quando ainda está apenas engatinhando na retomada do Glorioso.

E sabem por que isso acontece? A resposta é muito fácil, todos os botafoguenses já estão cientes. Assinalemos então. Poderia ser breve aqui e usar a frase do mosaico da torcida alvinegra no Maracanã na Libertadores de 2014 (“O Gigante Voltou”). Apesar de sintetizar bem, não custa nada enunciar a equação que está pintada na fachada de um triplex na cabeça de muitos torcedores rivais. Não sabemos como vai ser o futuro do Botafogo a médio ou longo prazo, mas a soma de tradição, de uma marca supervaliosa na história do futebol mundial, de uma torcida apaixonada sem igual e de muito dinheiro vai incomodar muita gente ainda. É natural. E o resultado disso tudo é inestimável.

Alvinegros, tudo é um processo. Deixem provocar nas mesas redondas vespertinas e minimizar nas redes sociais. Não importa. Se tudo for realmente bem gerido e administrado por John Textor e sua equipe (e torcemos para isso), um Botafogo poderoso tomará conta gradativamente do continente e se espalhará como uma marca global digna do seu tamanho e relevância. Eles que se acostumem. “É só o início”.

Fonte: Redação FogãoNET

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