O Botafogo não quer sustos e trabalha diariamente com uma equipe dedicada para fazer a transição para o clube-empresa da forma mais responsável possível. Prova disso foi a recusa de algumas propostas que surgiram nos últimos meses, como a da GACP Sports, grupo americano, sediado na Flórida, que recentemente investiu no Bordeaux, da França, e fez uma oferta ao Newcastle United, da Inglaterra.

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Em entrevista ao Boletim do C.E, coluna do FogãoNET, e ao jornalista Fabiano Bandeira no YouTube, Carlos Augusto Montenegro explicou por que as conversas com os estadunidenses não avançaram e não foram interessantes para a Botafogo S/A. O dirigente, membro do Comitê Executivo de Futebol, disse que os investidores, além de darem um valor considerado baixo como aporte inicial, gostariam de ter dois meses para avaliar o projeto alvinegro.

– Na última proposta deles, eles queriam dar um sinal mínimo e ficar dois meses estudando para decidir se comprariam ou não. A gente não gostou disso, apesar de darem um sinal, que não era grande coisa, cerca de R$ 30 milhões, 5 milhões de dólares ou euros. Eles ainda teriam 60 dias para estudar e poderiam dizer “sim” ou “não” – contou Montenegro.

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Perfil dos investidores da Botafogo S/A

Montenegro declarou que o Botafogo dará preferência a grupos e fundos que desejam entrar focados na empresa, com o “pé direito”, termo usado pelo ex-presidente do clube.

– A gente achou melhor dizer não e continuar procurando alguém que abrace o projeto como um todo. Isso seria horrível, né? O Botafogo começar a S/A com um conflito desse… Isso também assustou um pouco. Tem que começar já com o pé direito – concluiu.

Assista ao trecho no vídeo abaixo:

Fonte: Redação FogãoNET