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John Textor não reconhece ação da Ares que o tira da Eagle e critica Michelle Kang: ‘Se recusa a cumprir obrigações e prejudica o Botafogo’

Carlos Eduardo Sangenetto

Por: Carlos Eduardo Sangenetto

- Atualizado em

Michelle Kang, presidente do Lyon, e John Textor, acionista do Botafogo
42 Analytics/YouTube | Instagram (@ol)

Controlador da SAF do Botafogo, John Textor não reconhece a cláusula de proteção na justiça britânica acionada pela Ares Management que o tira do comando operacional da Eagle. A notícia foi publicada pelo jornal “O Globo” na noite desta terça-feira (27/1), mas contestada poucas horas depois.

Em contato com o FogãoNET, John Textor disse que a Ares enviou uma carta alegando que tem o direito de afastá-lo, mas seus advogados consideram isso um “absurdo“. O empresário norte-americano informou que não foi pego de surpresa com o movimento.

A tentativa deles de me afastarem era esperada. Mas não houve ação judicial. Ninguém está ciente disso, pois a lei do Reino Unido exigiria que fôssemos notificados. A história que está circulando se baseia apenas em uma carta formal que me foi enviada às 19h15 de terça-feira. Meus advogados contestam a alegação da Ares de que podem me destituir do cargo de diretor. Portanto, o vazamento ocorreu antes mesmo do envio da carta pela Ares – explicou Textor.

É importante ressaltar que iniciei essa disputa ao destituir os diretores independentes pelos motivos descritos na minha notificação de destituição. São motivos bastante sérios – acrescentou.

Textor x Kang

Por fim, John condenou a assembleia geral que será realizada na França nesta quarta (28). Ele entende que leis foram infringidas, chamou a reunião de “conselho paralelo” e promete responsabilizar quem estiver envolvido. Michelle Kang, presidente do Lyon desde junho de 2025, também foi criticada por lesar o Botafogo.

Esse conselho secreto na França é um grupo de pessoas responsáveis ​​por negar os pagamentos devidos ao Botafogo. Esse conselho é ilegal. Estou cansado de Michelle Kang se recusar a cumprir suas obrigações e prejudicar o Botafogo – concluiu.

As principais queixas de Textor em relação a Kang são a quebra do modelo muticlubes, que, segundo ele, era a receita ideal para a conquista de campeonatos, e uma dívida deixada pelo clube francês ao Botafogo, de cerca de € 34 milhões, que teria causado impacto significativo no fluxo de caixa do Glorioso no segundo semestre de 2025.

Fonte: Redação FogãoNET

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