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É preciso se falar de como as transmissões tratam questões de arbitragem no Brasil…

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- Atualizado em

PC Oliveira analisa Botafogo x Atlético-MG
Reprodução/SporTV

Em tempos de discussão e reclamações sobre arbitragem no futebol brasileiro, um ponto importante tem ficado de lado. É o impacto das transmissões e como tratam lances duvidosos na mídia, sobretudo nas detentoras dos direitos.

Um exemplo é Botafogo 3 x 0 Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. Houve um lance duvidoso, de possível pênalti de Damián Suárez em Cadu. O árbitro em campo não deu, o VAR concordou e não recomendou revisão. Mas o comentarista de arbitragem Paulo Cesar Oliveira, com apenas duas imagens disponíveis (ambas com ângulos por trás dos jogadores), cravou pênalti. Como assim?

Na última sexta-feira, com alguns dias de atraso, a CBF disponibilizou a análise do VAR, com mais imagens e concordância de que não houve pênalti. Haverá retratação de PC Oliveira? Alguém vai mostrar novamente o lance? Não.

É curioso também que a transmissão tenha apenas duas câmeras para analisar uma jogada importante. Era jogo grande, com transmissão do SporTV, não havia mais imagens? Ou optou-se por não mostrar? O que é outro ponto que gera atenção. Por que alguns lances polêmicos são repetidos diversas vezes detalhadamente e outros não? Um exemplo claro: o pênalti pedido por Júnior Santos em Botafogo x Athletico-PR, que quase não foi reprisado.

Já em Atlético-MG 2 x 1 São Paulo, o clube paulista reclama muito de um gol de Paulinho com possível toque de mão. Há a impressão de desvio no braço antes da barriga, mas não dá para ter convicção total. Mesmo no VAR. E aí o comentário na mídia é que “não há uma imagem conclusiva”, então a decisão de campo não pode ser alterada. Mas, voltando, havia imagem conclusiva de pênalti de Damián Suárez em Botafogo x Atlético-MG? Então por que o comentarista de arbitragem queria a marcação do pênalti?

Por fim, vale citar o pênalti inexistente marcado em Pedro em Flamengo 1 x 2 Fortaleza. Com as câmeras disponíveis, é difícil até ter certeza do contato entre os jogadores (que existe, involuntário, entre coxa e pé). Não havia uma “imagem conclusiva”. Mas transmissão e comentarista logo cravaram pênalti, influenciando em milhares de telespectadores, mesmo a maioria achando que não foi nada.

Até mesmo no claro pênalti não marcado para o Atlético-GO contra o Palmeiras foi falado na transmissão que não existiu, indo contra as próprias imagens. Horas depois, nos programas esportivos, a análise foi de erro de arbitragem. A impressão que fica é que não se sabe como tratar lance duvidosos.

E vocês, o que têm achado das transmissões e das análises sobre arbitragens?