Foi anunciada como uma revolução no futebol brasileiro a profissionalização da arbitragem. Agora vai. Com juízes profissionais, dedicados à atividade, podendo se preparar melhor. E o que mudou? Nada.
Nem mesmo o quadro de árbitro mudou. Continuam os mesmos errando e gerando polêmicas a cada rodada do Campeonato Brasileiro.
E entra rodada, sai rodada, sempre os mesmos times são beneficiados. Precisamos falar quais? E há uns que são prejudicados com mais frequência. Como o Botafogo.
No sábado, o árbitro não expulsou Saldivia em um falta em oportunidade clara de gol de Matheus Martins. Como assim? Rodadas antes, Medina levou cartão vermelho contra o Palmeiras. Neste domingo, um jogador do Vitória foi expulso contra a Chapecoense por fazer a falta como último homem.
O Fluminense é outro que pode reclamar. No sábado, teve um gol anulado contra o Coritiba por empurrão de Castillo após escanteio, fora do lance de bola. No domingo,gol validado do Palmeiras contra o Bahia com empurrão de Gustavo Gómez fora do lance de bola.
Domingo, mais um micropênalti para o Flamengo. Parece haver uma regra diferente quando é Arrascaeta, que basta ser minimamente tocado para cair como se tivesse levado um tiro. Marcariam um pênalti desses para o Botafogo? Vocês sabem a resposta. E ainda teve revisão de VAR no telão, quase como um pedido de desculpas, para anular corretamente um gol do Flamengo.
É por isso que sempre falamos. O que o Botafogo fez em 2024 é ainda mais histórico, porque foi campeão mesmo com diversos erros contra e com a arbitragem mantendo seus rivais na briga até o fim.