A lesão de Jordan Barrera em Botafogo 1 x 1 Fluminense foi uma infelicidade, ocorreu, mas não há como colocá-la na conta do gramado sintético do Estádio Nilton Santos. O mesmo tipo de contusão tem ocorrido com frequência em campos naturais.
Fato é que o tapetinho do Niltão não está tão bom quanto antes, o que foi admitido pelo técnico Franclim Carvalho. E aí nem é questão de lesão ou não. É de jogo. De futebol.
No Nilton Santos, a bola tem ficado “viva”, perereca muito, dificulta o controle, acelera jogadas além da conta. Mal comparando, lembra até o que ocorre nos jogos da Arena da Baixada, do Athletico-PR. É urgente o Botafogo encontrar solução para o gramado. Ou ao menos algum paliativo.