A bola está com o Botafogo social. Mas cadê ele? Nem presidente, nem vice-presidentes, nem dirigentes, nem sequer áudios vazados de Carlos Augusto Montenegro. Ninguém sabe a posição do clube associativo no imbróglio gerado por John Textor, principal responsável pelo caos administrativo e financeiro.
Que Textor teve com problemas com Lyon / Eagle / Ares que refletem no Botafogo é de conhecimento público. Ele, no entanto, tem se posicionado, aparecido, dado entrevistas. E até propôs uma solução (é a melhor? Não sabemos), que foi o empréstimo / aporte a juros exorbitantes para criar novos acionistas.
O Botafogo social aceitou a primeira parcela, que fez o clube sair do transfer ban e resolver alguns problemas. Agora, ao que parece, não quer assinar a etapa seguinte, para a entrada de mais dinheiro e possível entrada de novos acionistas.
É um direito do associativo? É. Mas por que aceitou o primeiro empréstimo? Ficar batendo o pé de acordo com cada resultado em campo não ajuda. Cabe ao social resolver o problema, seja aceitando o modelo proposto por Textor ou propondo um novo.
Enquanto isso, qual a posição do social? Seguimos no aguardo para saber.