Ainda em sérias dificuldades financeiras, o presidente do Botafogo, Carlos Eduardo Pereira, utiliza o adiantamento de R$ 40 milhões das cotas de TV para reforçar o time: o goleiro Gatito Fernandez, o lateral Gilson, os meias João Paulo e Montillo e o atacante Roger já chegam graças a este futuro reforço no caixa.

O dinheiro, espécie de bonificação pela assinatura antecipada do contrato que compreende o período entre 2019-2024, entrarão nos cofres em janeiro.

E permitirá assim o incremento no orçamento para 2017, passando de R$ 155 milhões para R$ 191 milhões.

O problema é que de 2015 pra cá o clube já comprometeu o orçamento de futuras gestões em R$ 100 milhões, valor já adiantado em três repasses.

Por isso o retorno ao Engenhão, agora Estádio Nílton Santos, é de fundamental importância para a criação de receitas.

É preciso fazer dinheiro novo e nada melhor do que ter sua própria praça de jogo para atrair a atenção de espectadores e investidores.

Em suma: o Botafogo não pode viver sob a prática cruel de “vender o almoço para comprar o jantar”…

Fonte: Blog do Gilmar Ferreira - Extra Online