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Bota chega à média de 3,2 cartões. Gerente vê falta de critério com brasileiros

Por: FogãoNET

Há 18 anos fora da Copa Libertadores da América, o Botafogo tem confundido excesso de vontade de vencer com desequilíbrio emocional. Após ter dois jogadores expulsos na derrota para o frágil Independiente del Valle, por 2 a 1, o Alvinegro atingiu a marca de 14 cartões amarelos e dois vermelhos na competição intercontinental — média de 3,2 por jogo.

No encharcado e acanhado gramado do Independiente, o Botafogo perdeu Bolívar por uma entrada mais dura num contra-ataque e, pior, Edílson por peitar o árbitro peruano. O vermelho do lateral-direito causou indignação no vestiário alvinegro. Logo após o jogo, o técnico Eduardo Hungaro admitiu conversar com Edílson, que, mais uma vez, demonstrou destempero na temporada. Uma cobrança ao estilo Hungaro. No Rio de Janeiro, o gerente de futebol Sidnei Loureiro afirma que as expulsões não são derivadas da inexperiência, da pressão pela vitória na competição que é obsessão pelo clube ou imprudência mesmo. Para ele, há um enfraquecimento do futebol brasileiro na Confederação Sul-Americana (Conmebol).

— Não é só com o Botafogo, mas com todos os brasileiros. A CBF não tem representante na comissão de arbitragem da Conmebol. Então acontece como nesse último jogo, que se analisarmos, veremos que o árbitro puniu o Botafogo com amarelos, e em faltas parecidas do adversário não fez o mesmo — disse.

Apesar de as expulsões terem causado a derrota na Libertadores, permitindo que o Grupo 2 ficasse embolado, o gerente de futebol admite apenas conversar com Edílson, caso observe que houve desvio de conduta do jogador. O lateral encarou o árbitro num lance na intermediária, em atitude infantil.

— Sobre o Edílson, ainda vamos estudar e, se for o caso, conversar. Mas no lance do Bolívar, foi uma disputa de bola. Na Libertadores, naquele campo molhado, se for com pé mole, sai todo quebrado. E antes o jogador deles largou a mão na boca do Dória — encerrou.

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