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Alessandro Leite detalha planos, não vê Botafogo S/A como única saída e negocia naming rights

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Por FogãoNET

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Alessandro Pereira Leite, vice-presidente executivo do Botafogo
Vitor Silva/Botafogo

Alessandro Leite, de 49 anos, atual vice-presidente executivo do Botafogo e candidato a presidente na eleição do dia 24 de novembro, deu entrevista ao site “GE” e detalhou seus planos. Com Jorge Magdaleno como vice, ele está na chapa ouro “Todos pelo Botafogo“.

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Entre os principais temas da entrevista, a parte financeira do clube ganhou destaque. Alessandro Leite não vê a S/A como única saída, embora considere fundamental transformar o futebol em empresa e separar das demais áreas, e revelou já ter negociações por naming rights no Nilton Santos e em outras sedes.

– Não é segredo que o Botafogo atravessa uma situação financeira muito delicada não é de hoje. Mas esse discurso de que o Botafogo vai encerrar suas atividades também vem de longa data. Prestes a completar 50 anos de idade, eu venho escutando esse discurso desde que me entendo por gente. Já tivemos situações acho que até piores com relação ao nosso elenco e sobrevivemos. Botafogo obviamente precisa de ações imediatas, de austeridade financeira maior do que vem sendo, principalmente no sentido de captação de novos recursos – afirmou Alessandro Leite, ao “GE”.

– Temos nos nossos planos, inclusive já em negociações, algo no sentido de naming rights tanto para o estádio quanto para as outras sedes, e alguns projetos de captação de recursos novos em apoio ao projeto do clube-empresa, que a gente continua trabalhando em cima. Seria o ideal para o Botafogo como gestão o surgimento do projeto clube-empresa, que nós iniciamos ainda dentro das gestões anteriores do próprio “Mais Botafogo” – disse.

Leia outros pontos:

Botafogo S/A única saída?

– Eu não vejo como a única solução, acho que um clube da grandeza do Botafogo não pode ter apenas o plano A e o plano B, temos que ter do A ao Z e, se puder, incluir mais algumas opções. A minha visão talvez seja que os principais planos passem pela transformação do clube em empresa para separar o futebol das demais atividades. Essa seria a melhor e mais rápida saída. São dois projetos em tese parecidos, mas que vêm sendo tocados. O primeiro ficou pausado, houve uma pausa nas tratativas, sofremos com a pandemia. O segundo está sendo tocado ainda, os dois caminham em conjunto.

– Os outros projetos para captação de recursos para que o Botafogo continue sendo gerido de uma forma mais técnica também estão em andamento. Temos outras opções para captação, tanto com naming rights quanto com projetos incentivados para diversas áreas do clube, o que acaba desonerando. E nos sobra alguma coisa para investir no cenário do esporte em geral. Nós não podemos ficar limitados aos planos A e B, precisamos e temos algumas outras opções, estamos trabalhando em cima disso independentemente de resultados de eleição. Acho que cabe a todos nós como botafoguenses apaixonados trazer soluções para o Botafogo.

Naming rights

– Com a mudança de algumas regras que tivemos ao longo do último ano foi aberta uma possibilidade maior de negociação de naming rights. Temos até exemplos de clubes brasileiros que recentemente conseguiram obter recursos. Ainda não temos nada fechado, mas estamos em negociações para avançar nesse tópico.

E não somente com relação ao Estádio Nilton Santos, mas também outras sedes que nós possuímos e entendemos que podem se enquadrar nessa questão. É algo que estamos buscando para o Botafogo e não apenas a título de promessa de campanha.

Captação

– O primeiro ponto seria com relação a tentar trazer recursos novos imediatos. Isso passa por uma melhor estruturação do departamento comercial, fortalecimento da nossa marca, trazer novos investidores e novos patrocinadores, obtenção de naming rights, uma série de ações voltadas para trazer recursos novos e que a gente possa aplicar de uma forma muito rigorosa, com muita responsabilidade. Se não for por esse caminho, o restante da gestão fica muito difícil ou quase que impossível de ser tocada, pois nossa visão hoje está na reestruturação e nos novos recursos para o clube.

Torcida

– A torcida é essencial para o Botafogo. O Botafogo precisa de S/A, de patrocinador… Mas, acima de tudo isso, precisa de sua torcida e de união. Quanto mais a torcida do Botafogo puder se mostrar, maior a credibilidade e a chance do Botafogo conseguir bons negócios. Será mais atrativo. A torcida precisa ser mais inserida na realidade do clube. Talvez com a criação de algum comitê ou setor que o clube possa fazer uma comunicação melhor, para que ela tenha ciência não só dos jogos, mas dos problemas do dia a dia do clube, para que possa participar.

Sócio-torcedor

– Vejo uma necessidade de reformulação do projeto do sócio-torcedor. Não acho um projeto ruim, ele tem atrativos, mas algo precisa ser feito para incrementar e tornar mais atrativo para o torcedor. Ele precisa se sentir mais influente dentro do projeto, mais agraciado pelo clube.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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