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Botafogo deve ter apenas 1.800 sócios com direito a voto na eleição do dia 25

Por: FogãoNET

- Atualizado em

O Botafogo se orgulha de ser um dos grandes clubes do Brasil, mas sua torcida não está representada politicamente no clube. A eleição do próximo dia 25 é prova disso. Hoje, será divulgado o número de eleitores, que deve chegar a 1.800. No último pleito, em que 1.007 eleitores compareceram, Maurício Assumpção foi votado por apenas 719 pessoas. Quatro candidatos disputam a atual corrida eleitoral. Como cada chapa precisa da assinatura de 140 sócios para concorrer, 560 votos estão virtualmente comprometidos. Considerando as abstenções, a estimativa é que os candidatos lutem por 700 eleitores.

Na comparação com seus rivais, a diferença é gritante. Na terça-feira, 5.592 associados votaram no Vasco, num universo de 12 mil eleitores. Em 2016, o colégio eleitoral do Fluminense será de 23 mil sócios. Já o Flamengo, teria 6,3 mil votantes hoje.

O Botafogo é o mais caro para um torcedor ter direito a voto. Pelo título, ele paga R$ 1.920 (ou R$ 2.400,00 parcelado). As taxas mensais são de R$ 90 por, no mínimo, um ano. No Vasco, a matrícula custa R$ 100 e a mensalidade, R$ 30 por um ano. No Fluminense, são dois anos de contribuição de R$ 29,90 (sem uso das dependências do clube). No Flamengo, três anos de mensalidade de R$ 140.

– O Botafogo não tem oxigenação política. Esse é o motivo de estar na atual situação – diz o candidato Vinícius Assumpção.

O candidato Thiago Cesario Alvim diz que há perigos no aumento do quadro de sócios com a flexibilização das categorias de contribuintes e vê risco da diminuição dos valores cobrados.

– Se chegar uma pessoa endinheirada e resolver ser presidente, vai comprar (títulos) e ganhar a eleição – afirma Cesario.

Carlos Eduardo Pereira pretende aumentar o quadro de sócios com o resgate da credibilidade do clube:

– O que acontece com os clubes é que os dirigentes vivem um período de descrédito.

Marcelo Guimarães aponta uma solução:

– Quanto maior e mais representativo o quadro eleitoral, melhor. Uma proposta é dar ao sócio-proprietário o direito de assistir aos jogos no Engenhão – explica Guimarães.

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