Sem patrocinador master em 2015, o Botafogo trabalha para receber mais investimentos este ano. O clube negocia com a Caixa e tem outras conversas em stand-by, por conta da crise econômica no país.

– A crise nos atropelou, não é? Algumas empresas que já estavam bem cotadas pediram para esperar. É claro que a situação do país vai influenciar diretamente, não só na quantidade de patrocinadores, mas também na qualidade dos recursos disponíveis. Tudo que a gente conseguir colocar na camisa a mais será mais dinheiro para a gente investir no departamento de futebol – disse o presidente Carlos Eduardo Pereira, ao “Globoesporte.com”.

O mandatário estima uma arrecadação de até R$ 15 milhões apenas com patrocinadores.

– É difícil dizer porque antes você tinha uma determinada perspectiva e hoje você tem um país em restrição. Acho que se a gente arrecadar de R$ 10 a R$ 15 milhões é um bom número. Sem contar a Caixa. É difícil especular, não se chegou a esse detalhamento de valor. Ainda tem coisas para se conversar, negociações iniciais, e não se falou em valores ainda. E fornecedor a gente não conta como patrocinador porque é uma relação diferente, envolve material esportivo, uma quantidade grande de peças, royalties, lojas… Então a gente não coloca o material esportivo como patrocínio. Patrocínio é camisa, frente, costas, calção, omoplata, tudo o que diz respeito à apresentação do uniforme. Quanto mais a gente tiver de visibilidade na televisão, mais chance a gente tem de conseguir patrocinadores. E no Rio de Janeiro a gente pode repetir a possibilidade de patrocínios pontuais que funcionaram muito bem – afirmou.

Perguntado se R$ 30 milhões é possível, o presidente explicou ser um número bom, mas difícil de ser alcançado

Fonte: Globoesporte.com