O Cruzeiro gostaria de contar com Ezequiel em definitivo. No entanto, não tem o valor necessário – R$ 11,5 milhões – para adquirir os direitos econômicos do jogador que pertence ao Botafogo. A ideia inicial dos mineiros é envolvê-lo em uma troca com medalhões que estão fora dos planos, o que não agrada aos cariocas que já pediram pelo retorno do atleta.

Zezé Perrella, gestor de futebol cruzeirense, pretendia envolver jogadores que não estão nos planos do clube para o próximo ano. Robinho, Fred, Sassá, Thiago Neves, Ariel Cabral, Edílson, Egídio e Dodô são alguns dos nomes aventados. No entanto, o atleta com menor salário do grupo recebe na casa dos R$ 350 mil mensais, o que inviabilizaria uma mudança.

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É que o Botafogo também passa por uma fase de transformação no aguardo da chegada de investidores para se transformar em clube-empresa. Assim, o objetivo inicial é enxugar ao máximo a folha salarial. Atualmente na casa dos R$ 3 milhões, a diretoria entende que deve iniciar a temporada com apenas R$ 1 milhão.

Isso representa uma verdadeira limpa no elenco. Todos os jogadores em fim de contrato sairão, com exceção de Diego Cavalieri. Além disso, deverá ocorrer uma negociação para liberar jogadores com salário alto. Diego Souza e Cícero se encaixam nesse caso.

Diante disso, há um impasse na diretoria cruzeirense, que perdeu o poder de investimento com a queda para a Série B do Campeonato Brasileiro. O clube quer manter o atacante, que foi contratado a pedido de Rogério Ceni, mas não tem recursos nem moeda de troca para segurá-lo na Toca da Raposa II.

Portanto, o Botafogo já pediu o retorno de Ezequiel. O clube entende que não há como chegar um acordo com o Cruzeiro, mas não sabe qual será o futuro do atacante. Em alta no mercado ele pode acabar negociado com outra equipe seja do Brasil ou do exterior.

Fonte: UOL