A eliminação do Botafogo na Copa do Brasil tinha esboço desenhado já há algum tempo.
Os 8 a 2 impostos pelo Santos (3 a 2 no Rio e 5 a 0 em São Paulo) apenas deram contornos finais.
A situação é de fato caótica e, como já publicado neste espaço, já há conselheiros defendendo a queda como o caminho para a salvação.
São membros de um grupo acostumado a socorrer as finanças do clube desde a primeira queda, em 2002.
Para os quais, aliás, o diagnóstico é muito parecido com o meu.
O presidente Maurício Assumpção é o único responsável pelo estágio em que chegou o Botafogo.
E deve prestar contas aos sócios e torcedores…