Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade .
Jogos

Copa Sul-Americana

09/04/26 às 19:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

X

Escudo Caracas
CAR

Campeonato Brasileiro

04/04/26 às 21:00 - São Januário

Escudo Vasco
VAS

1

X

2

Escudo Botafogo
BOT
Ler a crônica

Campeonato Brasileiro

01/04/26 às 19:30 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

3

X

2

Escudo Mirassol
MIR
Ler a crônica

Blog: ‘No Botafogo, muito competitivo, o jogo coletivo é a estrela inegável’

Por: FogãoNET

Na vitória de 2 a 0 sobre o San Lorenzo, campeão argentino, o Botafogo fez sua melhor exibição na Libertadores 2014, na primeira partida pela fase de grupos e terceira na competição. Jogara mal contra o Deportivo Quito, no Equador, e bem contra o mesmo adversário, no Maracanã. Também aqui no Rio, foi muito bem ontem à noite.

Como a maioria do elenco é a mesma, permanecem semelhanças com o time que encantou em seus momentos mais inspirados, no ano passado. Mas se confirmam mudanças expressivas.

Em 2013, o alvinegro tinha uma estrela inegável, Seedorf. Fatigado pelos anos, o veterano holandês foi decaindo, até pendurar as chuteiras e se transformar no técnico do Milan. Inexiste sucessor à sua altura.

Outra virtude era a busca permanente pela bola e o cultivo de sua posse, o que fazia com que torcedores rivais e até mesmo alvinegros ironizassem o “Barcelona carioca” montado por Oswaldo Oliveira. Como tripudiavam, só faltava o Messi.

Acabou o jogo vistoso, de encher os olhos. Ontem o Botafogo teve menos posse de bola (47% a 53%), acertou menos passes (263 a 373), driblou menos (8 a 17) e se equiparou em finalizações (9 a 10) _números Footstats, via “O Globo”.

A despeito das estatísticas, mereceu vencer um adversário de mais qualidades que o anterior. O time atual do Botafogo, dirigido por Eduardo Húngaro, mostrou-se muito competitivo. Repleto de jogadores cascudos, alguns com várias disputas de Libertadores no currículo, batalha o tempo todo, luta em cada palmo do campo, é objetivo ao atacar. No novo Botafogo, que se impõe, a estrela é o coletivo.

Embora tenha concedido chances, o time se apresentou seguro, mesmo nos momentos de pressão argentina. Nos dois gols, soube aproveitar a marcação deficiente fora da área.

Só adivinhos sabem se irá longe ou não, mas merece a confiança da torcida que o incentivou intensamente _tomara que da próxima vez compareçam mais do que os 32 mil presentes de ontem.

Húngaro mudou o estilo botafoguense, o que até agora vem dando certo. Embora a dupla Ferreyra e Wallyson tenha marcado ontem, tenho um reparo ao treinador: no jogo passado, Elias entrou no segundo tempo e teve desempenho excelente, participando de gols. Ontem, não ficou nem no banco. A não ser que tenha ocorrido algum problema que eu ignore, fica a impressão, para os atletas, de que não adianta ir bem, porque nem com mérito o jogador se estabelece. Em vez de ser promovido, Elias acabou punido.

Atualização: na página do blog no Facebook, o Daniel Leite envia reportagem do Lancenet informando que o Elias não ficou no banco devido a “problema intestinal”. Está explicado.

Comentários