Para quem viveu a perspectiva de extinção na década de 80 e já atravessou fases sombrias, o Botafogo, mesmo sofrendo, sabe que tem base mínima para voltar a tempos normais junto com a sua grande torcida. E isso não é otimismo gratuito, mas o padrão do que se passa com outros grandes clubes. Em 2014, o Botafogo foi apunhalado pelas costas pelo seu presidente, que não pagou contas, foi suspeito de fraude e desvio ético, além de afastar os principais jogadores por orgulho doentio. O rescaldo é péssimo, um dos piores da história do clube, mas o novo presidente parece trazer boas ideias, tem os pés no chão e está preparado para fase difícil. Mesmo que Vagner Mancini seja o menos culpado, falhou na estratégia e aceitou tudo calado. O Botafogo exige reformulação geral e caras novas.
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