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Comentarista: ‘Quem fez essa meta do Pedro Raul no Botafogo fez para pagar’

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Comentarista: ‘Quem fez essa meta do Pedro Raul no Botafogo fez para pagar’
Vitor Silva/Botafogo

A notícia desta terça-feira, dado pelo “Canal do TF”, de que Pedro Raul tem a receber 1,5 milhão de euros (quase R$ 10 milhões) por ter atingido a meta de atuar em 60% dos jogos do Botafogo foi debatida no programa “Os Donos da Bola”, da “Band”.

Os comentaristas Ronaldo Castro e Leonardo Baran criticaram o negócio.

– Foi um negócio muito mal feito e estranho. Não pode pagar uns R$ 150 mil de salário e se jogar 60% ganhar R$ 10 milhões. Nunca vi isso. A culpa é do empresário? Não. É dos dirigentes que aceitaram e do presidente da época, Nelson Mufarrej. Não registra na CBF ou Federação se não tiver assinatura do presidente. Ele podia olhar, falar que não concordava e vetar. Não vetou porque tinha o Montenegro e Comitê de futebol. Durcesio pegou uma banana para descascar, de Série B, e agora essa R$ 10 milhões – opinou Ronaldo Castro.

– O problema não é pagar R$ 10 milhões. É muito ou pouco? Depende. Se ele fizer gol em todos os jogos e livrar da queda, se paga, porque o presidente diz que a queda terá impacto de R$ 100 milhões. O que se discute é o motivo. Pagar para ele jogar 60% é não acreditar que um perna de pau ou jogador vindo de lesão vá jogar. Não é o caso do Pedro Raul. Tem que estar muito arrebentando para fazer um desafio desses. O problema é a meta. Desculpa, mas quem fez essa meta fez para pagar – reclamou Baran.

Por outro lado, o ex-técnico René Simões acredita que pode não ter sido um mau negócio.

– Não sei quem fez o contrato, quem assinou ou quem deveria vetar. Estamos discutindo hoje uma situação com o Botafogo talvez indo para a Segunda Divisão, isso assusta. Se pegar no início, o que fez no Atlético-GO e possibilidade de se tornar esse jogador, R$ 10 milhões não era muito não – ponderou René Simões, acompanhado pelo apresentador Edilson Silva.

– O Botafogo é dono de 70% desse jogador, se coloca ele em 60% dos jogos, tem valorização para vendê-lo. O mundo moderno é meta. O Cícero nos últimos clubes não jogou 30% dos jogos, coloca em 60% a meta, salário pequeno e bônus por metas. O Diego Cavalieri já atingiu a meta também. Produziu. Se o resultado não vem, é outra história. É uma questão de futebol. O salário do Pedro Raul não chega a três dígitos, com a idade e potencial que ele tem. Colocar meta e ter 70% dos direitos é um baita negócio. Hoje ele é o melhor jogador desse time do Botafogo. É quem pode garantir salários e dar um fôlego financeiro para a Série B – disse Edilson.

Fonte: Redação FogãoNET e Os Donos da Bola (Band)

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