Mesmo contra as críticas de parte da torcida, é Roger a referência do ataque do Botafogo. Autor do gol que empatou a partida contra o Atlético-MG, no último domingo, ele segue com a camisa 9 alvinegra diante do Fluminense. E continua sendo a esperança de gols do Glorioso, enquanto Richarlison é opção importante do rival desta noite.

– O Richarlison é excelente jogador, já foi no América-MG. Tem velocidade muito boa, no um contra um também. Jogador que vejo como completo. Sabe jogar nos lados e por dentro. O Roger também vive grande temporada. Fora e dentro de campo, é uma referência. Nos ajuda no dia a dia. Vai nos ajudar bastante ainda na temporada – acredita João Paulo.

O meia tem como uma das funções municiar exatamente o centroavante. De pé direito, de pênalti ou até de bicicleta, Roger já marcou 11 gols em 33 partidas esse ano. A diretoria alvinegra segue em busca de um concorrente para o artilheiro do time no ano. Por ora, o atacante de 32 anos é soberano.

Quando Botafogo e Fluminense se enfrentaram em março, pelo Campeonato Carioca, Roger balançou a rede duas vezes. O Glorioso, no entanto, cedeu e acabou derrotado por 3 a 2. Hora da revanche?

– A crítica, para a gente que trabalha com a paixão, é normal. Temos que lidar de maneira tranquila. O Rogar é um cara bem experiente. A importância dele é gigante. Estamos na busca de um atacante para fazer o Roger descansar, sim. Tem os meninos, já entraram e, quando entram, a gente vê que, às vezes, não dão conta. As pessoas têm preferência. Temos que entender. O Roger não se abate com as críticas. Ele é fundamental hoje – exalta Jair Ventura. E finalizou:

– Ele teve números que bateram com os volantes. Apareceu, mas você vê como ele é importante. O meu medo é, pela sequência, sentir alguma coisa. Temos que tirá-lo, às vezes, para poupá-lo. Às vezes, mesmo bem, temos que tirar o atleta – pondera Jair.

Fonte: Terra