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Donizete diz que Botafogo recusou sua ajuda para a base e fala sobre Honda: ‘Sabia que não daria certo’

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Donizete Pantera - Botafogo
Reprodução/Instagram

Boa técnica, disposição, garra e muita dedicação. Essas eram as principais características do ex-atacante Donizete, o Pantera, um dos ídolos da história recente do Botafogo. Campeão brasileiro de 1995, quando formou com Túlio Maravilha uma dupla de frente mortal, Donizete lamenta muito a atual situação do clube de General Severiano. Para ele, apostas equivocadas em jogadores como o japonês Keisuke Honda, que se mandou do Brasil rumo a Portugal, mostram que o Alvinegro está perdido.

Lanterna do Campeonato Brasileiro, com apenas 23 pontos, o Botafogo já atingiu 99% de risco de queda, segundo os cálculos do site Infobola, do matemático Tristão Garcia. No próximo domingo, em São Januário, o time do técnico Eduardo Barroca faz o clássico carioca da rodada com o Fluminense.

“Eu conheci o Honda na minha passagem pelo futebol japonês e depois no México. Com todo o respeito, eu já sabia desde o início que ele não daria certo por aqui. O Botafogo precisava de um jogador com garra, com muita disposição e que pudesse exercer um papel importante de liderança. Já vi algumas pessoas fazendo a comparação do Honda com o Seedorf. O holandês sempre foi fora de série”, disse o Pantera, em contato com o MEIA HORA.

Decepcionado com o iminente terceiro rebaixamento na história do clube (antes, o Botafogo caiu em 2002 e 2014), Donizete afirma que a situação não o surpreende. “O Botafogo sempre foi assim. Na verdade, está é fazendo hora extra na Série A há muito tempo. Mesmo em 1995, quando Papai do Céu nos deu o título de campeão brasileiro, as coisas já estavam erradas no clube. Uma hora a conta iria chegar de novo”, disse.

Ajuda recusada

Hoje fora do ciclo do futebol, Donizete contou que se ofereceu à antiga diretoria para ajudar o clube com a sua experiência nas divisões de base. Para ele, o futuro do Botafogo passa, obrigatoriamente, por um bom trabalho com a garotada, uma vez que o clube está afundado em dívidas. No entanto, os cartolas sempre negaram a sua ajuda.

“Às vezes, em algumas situações, é até difícil ter acesso às dependências do clube. Eu falo quase todos os dias com o Túlio, a gente já se colocou à disposição para fazer um trabalho legal na base, com a garotada, usar nossa experiência e nossos nomes. Mas, não sei porque, sempre nos foi negada essa oportunidade. É uma pena, pois eu queria muito ajudar o Botafogo nesse sentido”, destacou.

Fonte: Meia Hora

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