O Botafogo entrou em campo neste domingo (26), contra o Bangu, pela quarta rodada da Taça Rio, com a equipe mista. No banco de reservas também teve mudança: saiu Jair Ventura, suspenso pela expulsão no clássico com o Fluminense, e entrou Emílio Faro, auxiliar do comandante.

Mesmo com um a menos desde os 33 minutos do primeiro tempo (Pimpão foi expulso), o Alvinegro venceu o jogo por 2 a 0. Os gols foram marcados por Joel, ainda na primeira etapa, e Sassá, de pênalti. Após a partida, Emílio Faro concedeu entrevista coletiva, falou sobre a chance de comandar o Botafogo na beira do gramado e fez um balanço da partida.

“Eu só fui representar o trabalho de Jair, que é o comandante. E então foi executado tudo que era o combinado. Eu brinquei, até, que eu era uma filial do Jair hoje. Com um jogador a menos, é sempre uma situação básica no futebol. formam-se duas linhas de quatro, você espera a saída do adversário. E isso deve ter atrapalhado o Bangu, que tinha a proposta de se defender. A partir do momento em que tinham mais um jogador, tinham que atacar. E ficamos guardando a posição. E aí foi o pedido que foi feito no vestiário: toda vez que a gente atacasse, tinha que finalizar. Não podíamos perder a posse de bola no ataque”.

Para Sassá, a vitória significou não apenas os três pontos, mas também foi dia de fazer as pazes com as redes. Artilheiro do Botafogo na última temporada, o atacante estava sem marcar gols em partida oficial neste ano. Emílio Faro se mostrou feliz com a situação.

“A gente brinca com o Sassá que o grande segredo da vida dele é quebrar o retrovisor. Ele olhar para frente, o que ficou para trás não vai ser mudado. Para frente, está na mão dele”.

Como foi a primeira vez que Emílio Faro concedeu entrevista coletiva, o auxiliar técnico revelou que, de fato, o momento é especial.

“(Risos) É uma situação meio diferente, é um habitat em que não estou acostumado. Mas a gente vai falando. Vocês depois me expliquem como que fui”.

Fonte: Esporte Interativo