Em busca de um camisa 9 para a sequência da temporada, a direção do Botafogo estuda a possibilidade de contratar Eduardo Sasha, do Santos. Fora dos planos do técnico argentino Jorge Sampaoli, o centroavante, no entanto, tem como principal obstáculo o alto salário que recebe na Vila Belmiro — cerca de R$ 300 mil mensais.

Sem dinheiro em caixa, o Glorioso não tem condições de trazer Sasha por esse valor. Mesmo que o Peixe aceite dividir os vencimentos, ainda seria uma despesa considerável.

Nas redes sociais, apesar do descontentamento com o desempenho de Kieza — único centroavante no grupo no momento —, a torcida do Botafogo não gostou nem um pouco da especulação em torno de Sasha. Além de ser um nome sem muita expressão no cenário nacional, os números do atleta do Santos também não empolgam: sete gols em 49 partidas pelo Santos.

A comissão técnica entende que ter opções para o ataque é essencial. No entanto, a falta de peças de criação é, na verdade, a principal deficiência até o momento para o trabalho de Zé Ricardo.

O comandante não vê a hora de poder contar novamente com o apoiador Leo Valencia, que está lesionado desde a pré-temporada por causa de uma forte pancada na panturrilha direita.

Na magra vitória sobre o Defensa y Justicia, da Argentina, por 1 a 0, no Nilton Santos, na estreia na Copa Sul-Americana, a falta de inspiração no meio-campo foi evidente. Com dois volantes (Jean e Alex Santana) e Luiz Fernando, recuado, o time ficou sem saída de bola.

Até o compromisso da volta, dia 20, em Buenos Aires, Zé Ricardo espera poder contar com os retornos de Leo Valencia e de João Paulo, que também se recupera de lesão. Além deles, o polivante Cícero deverá estar à disposição. Antes da Sul-Americana, porém, o Botafogo estreia na Copa do Brasil contra o Campinense, dia 13, em Campina Grande.

Fonte: O Dia Online