Tanto quanto os jogadores, os árbitros brasileiros também estão aprendendo a apitar os jogos com o uso da tecnologia do VAR. A decisão convicta de uma interpretação inicial está sendo modificada para o certo ou errado após análise das imagens por ângulos e velocidades diversas.

No jogo Botafogo e Palmeiras, surgiu a primeira situação, observada pelo clube carioca, que contraria o regulamento da utilização do VAR com a postura do árbitro do campo. Após aguardar uma paralisação natural ou interromper o jogo para receber as orientações dos árbitros da cabine, o jogo não deve ser reiniciado sem autorização.

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Pelas imagens percebe-se que o árbitro consentiu com o reinício do jogo, autorizando ou não verbalmente, quando ele se desloca acompanhando a trajetória da bola na cobrança de falta pelo goleiro do Botafogo, após advertir o palmeirense Deyverson por, no seu entender, ter simulado um pênalti sofrido.

Após observar as imagens, o árbitro Paulo Roberto Alves Junior optou pela marcação, equivocada, de pênalti a favor do Palmeiras e anulou o cartão. Na jogada em que o mesmo atacante foi punido com impedimento inexistente e a bola sobrou para Dudu marcar, o assistente deveria esperar a definição da jogada e pedir o auxílio do VAR.

Fonte: Blog do Oscar Roberto Godói - UOL