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Renan: ‘Meu carinho pelo Botafogo é imenso. É minha segunda casa’

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Renan: ‘Meu carinho pelo Botafogo é imenso. É minha segunda casa’

Revelado nas categorias de base do Botafogo, o goleiro Renan, de 30 anos, que está há quatro temporadas no Ludogorets, da Bulgária, contou em entrevista exclusiva ao Dia, como está o país europeu em relação a pandemia do novo coronavírus. O atleta, está em quarentena com a família e acredita que voltar ao Brasil, neste momento, seria “muito complexo”.

“A maioria dos casos estão sendo na capital do país, aqui na região de Razgard, onde moro com minha família, graças a Deus, o vírus ainda não chegou. O governo declarou quarentena e estamos todos nos cuidando da forma que é possível. É uma situação de muita insegurança, mas estamos nos mantendo tranquilos. Nos apegamos ao fato da doença não ter chegado a nossa província. Voltar ao Brasil, é algo que passa pela cabeça, mas aqui estamos seguros, um deslocamento agora seria muito complexo.”

Com o futebol paralisado assim como no Brasil, Renan revelou que o clube continua em contato com os jogadores para manterem a forma física em casa. No entanto, para ele, essa prática acaba sendo mais complicada para os arqueiros.

“Temos, na medida do possível, cumprido um planejamento, mas para nós goleiros é mais complicado. Faço meus exercícios, brinco de bola com as crianças, mas nunca vai ser a mesma coisa.”

Com vínculo até junho de 2022 com a equipe do leste europeu, o multicampeão no país, relembrou a adaptação no futebol búlgaro. “São três títulos nacionais e dois da Supertaça. É um futebol com características diferentes, muita força, jogamos algumas vezes em campos de grama sintética, mas o mais difícil é a adaptação cultural”, explicou.

“Superando essas questões como idioma e clima, as coisas ficam mais tranquilas. Eu fui muito bem acolhido e estou tendo experiências profissionais muito positivas.”, concluiu.

Durante esses anos na Bulgária, o ex-Botafogo recebeu sondagens de clubes da França e de Portugal, inclusive um clube brasileiro da Série A, não revelado pelo atleta.

“O tempo todo meu empresário recebe sondagens, mesmo de outros centros da Europa, como França e Portugal. Proposta concreta para voltar, tive duas. Ano passado estive muito próximo de retornar para um clube da série A, mas conversando com o Ludogorets e com minha família decidi permanecer aqui.”

Antes de se acertar com o Ludogorets, Renan havia atuado pelo Avaí e pelo Botafogo, clube cujo foi revelado em 2006 e permaneceu até 2015. Perguntado se guardava alguma mágoa do Alvinegro, o jogador demonstrou ainda ter um carinho pelo clube.

“São coisas que acontecem no futebol. Meu carinho pelo clube é imenso. Ainda mantenho contato com muitos funcionários. Por mais que alguma coisa ou outra gere algum sentimento ruim, o Botafogo continua sendo como uma segunda casa.”

VEJA ABAIXO OS DEMAIS TRECHOS DA ENTREVISTA COM RENAN:

Qual foi o momento que mais te marcou no Botafogo?

– Foram muitos momentos marcantes. Acho que o torcedor curte bastante aquela disputa de pênalti contra o Fluminense no Carioca de 2015. Fazer o gol da classificação foi novidade pra mim.

Você conviveu com Jefferson diariamente por muitos anos. O que você leva de aprendizado dessa convivência para sua carreira?

– É um cara fora de série, um dos maiores goleiros que vi e uma pessoa muito boa de conviver também. Não tem como trabalhar com um cara desses e com o Flavio Tenius e não aprender muita coisa. Acho que o principal para um goleiro é estar sempre preparado não importa se o adversário é o melhor time do mundo ou o ultimo colocado, você precisa se preparar bem da mesma forma.

Fonte: O Dia Online

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