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Ação do clube social pode atrapalhar orçamento e chegada de reforços no Botafogo; não há risco de saída de John Textor

Por: FogãoNET

- Atualizado em

John Textor no tapete vermelho da Bola de Ouro, em Paris | Setembro 2025
Reprodução/Ballon d'Or

Ao mover processo contra a Eagle Football Holdings, pedindo pagamento de R$ 155 milhões, nomeação de interventor e proibição de venda de jogadores, o clube associativo pode prejudicar o 2026 do Botafogo. Segundo o site “GE”, o desdobramento deve atrapalhar o planejamento e, possivelmente, a chegada de reforços.

De acordo com o site, a consequência no planejamento é devido a haver previsão de venda de atletas para gerar dinheiro para reforços e salários em dia. O clube não tem investimentos externos por conta da briga de acionistas e terá dificuldade para obter empréstimos.

Além disso, caso o pedido do social vá adiante, o orçamento terá que ser revisto, o que impactará no mapeamento do mercado e no nível das contratações. O associativo, por meio do presidente João Paulo Magalhães Lins, entende que o movimento é para o Botafogo “ter garantias financeiras”.

Ainda de acordo com o “GE”, não há risco da saída de John Textor. “Não, a menos que o americano deseje isso, o que não há a mínima indicação nos bastidores. A ação movida pelo clube social não pede mudanças no comando da SAF, apesar de colocar em xeque parte do comando do americano“, escreve o portal.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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