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Alexander Barboza crê que estar bem no Botafogo pode o ajudar a chegar à seleção uruguaia: ‘É o sonho do meu pai’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Alexander Barboza crê que estar bem no Botafogo pode o ajudar a chegar à seleção uruguaia: ‘É o sonho do meu pai’
Vítor Silva/Botafogo

Zagueiro argentino, Alexander Barboza tem família no Uruguai e a possibilidade de se naturalizar para defender a seleção do país. O jogador acredita que estar bem no Botafogo pode influenciar para que seja convocado futuramente.

– Meu pai é uruguaio e estou fazendo os papéis para representar a seleção uruguaia. É o sonho do meu pai, para mim sempre foi um objetivo, mas via muito longe. Porque eu jogava na Argentina, no Defensa y Justicia, e o clube não era o que é hoje. Então era muito difícil chegar a uma seleção ali. Depois fui para o River (Plate), não tive muitos minutos. Fui para o Independiente e não fui bem, foi um pouco ruim para mim. Decidi sair para o Paraguai e foi perfeito. Em três anos eu ganhei seis títulos, mas, jogando no Paraguai, chegar na seleção do Uruguai ou da Argentina é mais difícil – explicou Barboza, ao site “GE”.

– Um zagueiro certamente seria do futebol brasileiro, argentino, Europa ou México. Quando vim aqui, me propus a dar esse passo. Comecei a fazer os papéis para poder representar o Uruguai, e eu sabia que em um clube grande do Brasil, se você está bem… Estou fazendo os papéis e acho que está tudo encaminhado para poder brigar um pouquinho mais para levantar essa taça e esperar a ligação de Marcelo Bielsa ou algum agente do Uruguai – acrescentou.

O zagueiro teve a oportunidade de eliminar o Peñarol e fazer seu primeiro gol pelo Botafogo, algo que o que marcou.

– A família do meu pai é toda do Uruguai, eles sempre acompanharam minha carreira. Um pouco longe, da Argentina, eles sempre viam pela TV, então para mim, fazer meu primeiro gol na Libertadores contra um time uruguaio, do qual o meu pai é torcedor… Meu primeiro gol pelo Botafogo, foram muitas coisas que passaram no meio do caminho. E eu queria muito fazer um gol, cheguei aqui em janeiro, minha avó partiu em julho. Eu estava aqui quando ela faleceu e foi muito difícil. Ela morava com minha mãe, então ela era minha segunda mãe. Eu queria muito fazer um gol para ela, sabe? Eu pedi, pedi, pedi e esse gol chegou, junto com a final da Libertadores, com tantas coisas que eu queria muito – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

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