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Artur Jorge responde se voltaria a trabalhar com John Textor, acionista da SAF do Botafogo

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Artur Jorge e John Textor com o troféu da Libertadores
Vítor Silva/Botafogo

Uma parceria vitoriosa, de títulos da Libertadores e do Campeonato Brasileiro para o Botafogo, foi interrompida no início de 2025. John Textor e Artur Jorge não chegaram a um entendimento, e o treinador foi para o Al-Rayyan, clube do Catar que pagou sua multa rescisória. Será que eles voltariam a trabalhar juntos? O português respondeu se toparia.

Com certeza que sim. Até porque nós temos que pensar também que eu não sou ingrato e sou uma pessoa muito grata pela oportunidade que ele me deu de treinar o Botafogo. Temos também que pensar que é uma pessoa importante naquilo que é o crescimento do próprio clube. Portanto, temos que ter essa capacidade para poder distanciar alguns assuntos e alguns temas. E eu gosto de o fazer, portanto, com esse reconhecimento e o mérito de quem merece ter também – destacou Artur Jorge, ao podcastConta & Manda“.

Com vontade de voltar a trabalhar no futebol brasileiro, Artur Jorge admitiu que prefere o modelo SAF.

É uma questão de opção. E a opção passa, por exemplo, por dizer que quando falo estrutura, falo estrutura de hoje podemos ter equipes que são SAF. Para quê? Para que possam ter maior estabilidade e maior garantia para quem lá trabalha. Porque o que me parece ser mais triturador são as equipes que não são, os clubes que não são SAF. Porque têm uma gestão mais aleatória, na minha opinião. Aquilo que é uma estrutura SAF, e aquilo que para mim faz sentido também, é que nós podemos olhar para isto de uma forma em que nós jogamos, e eu sou o primeiro, porque eu sou internamente, desde o primeiro dia até o último, sou um adepto de futebol. Mais do que aquilo que fui como futebolista e como hoje sou um treinador. Isso faz de mim uma peça desse meio. Mas dentro daquilo que é o ecossistema do futebol, eu sou um adepto. E o adepto acredito que, para poder também salvaguardar aquilo que são os meus interesses como técnico, que tudo aquilo que seja uma estrutura, com SAF nós estamos mais bem preparados. E porque nós dessa forma conseguimos ter uma gestão mais capaz. O futebol hoje não é só olharmos para aquilo que é a conquista de títulos, vejam o que nós potencializamos também em termos financeiros, vejam aquilo que o Botafogo amealhou com a conquista de títulos, mas com a potencialização também dos seus próprios ativos, em que eu me incluo. Ou seja, eu fui parte também, para poder ser comprado. Isto tudo são ativos, é valorização. E isso faz de uma gestão que tem que estar preparada, tem que estar bem organizada para que isso funcione – opinou.

Fonte: Redação FogãoNET e Conta & Manda

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