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Blog crê que Botafogo está à espera de investidores por reforços e para definir futuro de Freeland

Por: FogãoNET

Eduardo Freeland e CEO Jorge Braga - Botafogo
Reprodução/Botafogo TV

Nulo em suas ações de mercado, o Botafogo dá mostras de que está mesmo à espera de investidores para agir em busca de reforços capazes de aumentar o grau de competitividade do time campeão da Série B.

Sem os investidores, o clube segue sem condições de fazer grandes operações de mercado para a formação de um conjunto melhor.

O dinheiro da participação nas competições de 2022 só começará a entrar em março, e pelo o que o CEO Jorge Braga transmitiu em suas falas no “Grande Círculo”, do Sportv, a missão maior é não abandonar os processos de controle das finanças.

Um desafio à capacidade de gestão de seus executivos e à paciência da torcida.

Porque já sabemos que a transição de um grande clube em sua temporada de retorno à Série A é sempre repleta de incertezas.

E, no caso do Botafogo, as incertezas se potencializaram com os últimos acontecimentos após a criação da SAF do Cruzeiro, que teve o controle acionário adquirido por Ronaldo.

Lembrando que as operações têm a assessoria da mesma XP Investimentos.

Depois que o sócio majoritário da SAF cruzeirense dispensou o executivo Alexandre Mattos, que havia acertado recentemente sua volta ao clube mineiro, quem garante que os possíveis investidores da SAF alvinegra manterão a estrutura do futebol do Botafogo, hoje direcionada pelas mãos de Eduardo Freeland?

Deduzo, inclusive, que à esta altura o tema já esteja à mesa dos clubes que se preparam para a criação de suas respectivas SAF’s – o Vasco, inclusive.

Porque se trata de uma mudança de paradigma que mexerá fortemente na forma como estávamos acostumados a discutir o futebol no Brasil.

A torcida do Cruzeiro mostrava-se feliz com o retorno de Mattos, que já havia participado, inclusive, da contratação de pelo menos cinco reforços para 2022.

Mas na visão do novo acionista, o ex-zagueiro Paulo André, até pouco tempo gestor do futebol do Athlético-PR, tem perfil mais alinhado.

E no Botafogo?

Estarão os dirigentes à espera dos acionistas para definir também se Freeland permanecerá como gestor da SAF?

E no Vasco, que alimenta ideia semelhante?

Estarão os dirigentes sem um executivo para o futebol justamente à espera de um avanço na aprovação de sua S.A.?

Incertezas de um novo tempo que ainda nos obrigará a profundas reflexões…

Fonte: Blog do Gilmar Ferreira - Extra Online

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