John Textor segue no Rio de Janeiro em busca da aprovação do aporte que quer fazer no Botafogo, com o apoio de GDA Luma Capital e Hutton Capital. Segundo reportagem do “GE”, ele deve receber sinal verde do clube associativo até a próxima quarta-feira (4/2).
Uma auditoria foi contratada para avaliar as condições do negócio, e Textor viajou a São Paulo com o presidente do clube associativo, João Paulo Magalhães Lins, para tratar da questão. Os dois também se reuniram neste domingo, e João Paulo comentou o atual cenário.
— Tenho dito desde o início que a gente apoia o profissionalismo do futebol, uma gestão moderna. Com certeza, se for algo que se prove positivo, vai contar com o nosso apoio. A gente trouxe um parceiro institucional para nos ajudar a entender. Às vezes, há coisas muito sofisticadas que a gente precisa de ajuda para ter um entendimento melhor, para podermos tomar a melhor decisão de forma profissional. Falamos para o John: “a gente gosta do Botafogo, não gostamos de pessoas. Gostamos do Botafogo bem”. Vamos sempre tomar as melhores decisões profissionais para o Botafogo, o que for uma recomendação profissional nós vamos fazer sempre. O que fomos fazer em São Paulo foi isso: fomos em busca de conversas. Realmente, uma oportunidade. Fomos analisar, foi um bate-papo, e estamos aqui conversando. Domingo, 1h da manhã, pós-jogo, para termos uma solução o quanto antes — disse João Paulo ao “GE”.
— O clube social é sócio da SAF e o relacionamento sempre foi, sempre será bom. O fato de você perguntar alguma coisa não quer dizer que você brigou com a pessoa. O Botafogo não briga com a SAF. Somos apoiadores. Somos um só Botafogo. Essa coisa de ficar separando é uma coisa estranhíssima. A gente só quer que o melhor aconteça — completou o presidente.
De acordo com o portal, a primeira parcela do investimento é estimada em cerca de US$ 28 milhões (R$ 147,4 milhões na cotação atual). Parte do dinheiro seria utilizado para pagar a dívida com o Atlanta United e livrar o Botafogo do transfer ban.