O Botafogo associativo considerou que John Textor “blefou” ao dizer que iria bancar pessoalmente o pagamento da dívida com o Atlanta United para encerrar o transfer ban e segue aguardando o resultado da auditoria externa do banco BTG Pactual, informa “O Globo”.
De acordo com a reportagem, publicada na tarde desta segunda-feira (2/2), apesar das notícias de que o prometido aporte seria de US$ 50 milhões, sendo US$ 20 milhões de imediato, os valores estudados pelo BTG indicam US$ 25 milhões.
Por outro lado, John Textor defende que, além de derrubar o transfer ban, o dinheiro do aporte-empréstimo “ajudaria o clube a manter os principais jogadores por mais tempo, o que ajudaria no retorno esportivo e ainda aumentaria o valor de mercado dos atletas.“
Apesar desse ruído, o clima no momento é pacífico entre Textor e a diretoria do clube associativo, cujo presidente é João Paulo Magalhães Lins – os dois viajaram para São Paulo na última sexta-feira para a reunião com o BTG.
Liminar que ‘segura’ Textor pode cair?
A matéria do jornal “O Globo” acrescenta, por outro lado, que se não houver um retorno positivo sobre as condições do aporte, o clube social pode até mesmo pedir a queda da liminar na Justiça do Rio que está mantendo Textor no controle do Botafogo, optando por um movimento de rompimento.