O Botafogo fez uma economia de cerca de R$ 5 milhões na folha salarial com a “limpa” que fez no elenco nas últimas semanas, liberando jogadores que tinham pouco espaço ou que não estavam agradando.
O último a deixar o clube foi Joaquín Correa, que tinha um dos maiores vencimentos do clube. Entre salários e luvas diluídas no contrato, o o meia argentino recebia cerca de R$ 1,8 milhão por mês e tinha vínculo até 2027. Após abrir mão de alguns valores, ele foi para o Estudiantes.
Além dele, o Botafogo liberou o goleiro Neto e o zagueiro angolano Bastos, que também tinham salários considerados elevados. O primeiro vinha falhando sistematicamente, enquanto o segundo, campeão pelo clube em 2024, não se reapresentou para intertemporada, a seis meses do fim do vínculo.
O Botafogo também negociou os goleiros Léo Linck (emprestado ao Estrela da Amadora) e Raul (AFS), o volante Newton (envolvido em troca com o São Paulo por Ferraresi), o atacante Nathan Fernandes (Ludogorets) e o centroavante Chris Ramos (emprestado ao Real Oviedo).
O Glorioso também acabou encontrando destino para outros jogadores que estavam emprestados e poderiam retornar no meio do ano. Foram os casos de Patrick de Paula (Widzew Łódź, da Polônia), Matheus Nascimento (Grêmio), Diego Hernández (Sport) e Elias Manoel (Tijuana). Todos não têm mais contrato com o Fogão.
Seis contratações feitas pelo Botafogo
Paralelamente, o Botafogo ainda está no mercado em busca de um zagueiro veloz e um atacante canhoto. Na janela internacional, já foram seis reforços: os goleiros Warleson e Gabriel Batista, o zagueiro Lucas Monzón, o lateral Paulinho, o volante Domingos Andrade e o centroavante Danilo Pereira.