O Botafogo viveu um 2025 de altas receitas, com faturamento total de R$ 1,4 bilhão. Em fontes comerciais, foram cerca de R$ 200 milhões. O número foi celebrado pelo diretor comercial da SAF Marcelo Furtado, em entrevista ao podcast “Maquinistas“, do “Máquina do Esporte“.
– Tivemos uma evolução muito positiva na área comercial, com mais de R$ 200 milhões em fontes diversas, após batermos metas agressivas estipuladas em 2024. Buscamos metas agressivas de forma sustentável, não é a qualquer preço. Temos um legado e um propósito – destacou Marcelo Furtado.
– Em alguns casos, descartamos parcerias que não são frutíferas para não colocar nosso legado em jogo. Buscamos marcas que gostam de engajamento e ativação. Nossos torcedores, ao comprar a blusa do time, pedem nas lojas para colocar as marcas de todos os patrocinadores porque querem a mesma camisa que o jogador usa. Isso deixa um legado para as marcas – explicou.
Um dos pontos que influencia o setor é a presença de John Textor, agora mais constante. O diretor contou como o empresário norte-americano inspira internamente.
– Ele tem essa visão realmente de ser uma pessoa que transmite, que te desafia a ser cada vez melhor. Então a gente tem o John agora ficando muito dentro do clube e a presença dele, eu não preciso falar nem de reuniões que ele faz, mas a presença dele faz com que a gente busque cada vez mais fazer algo melhor, porque a gente o vê como uma pessoa visionária. Você vê que em nenhum momento ele imagina que a gente vai não participar das grandes oportunidades. Sempre a gente vai ter um time competitivo, sempre a gente vai brigar para vencer, então acho que isso daí motiva todas as áreas. É um olhar baseado em ver o copo ali meio vazio como oportunidade, é uma grande oportunidade hoje da gente ter essa visão – disse Marcelo Furtado.
– Eu sempre busco buscar o melhor de cada pessoa. E acho que isso é um ponto dele muito forte. Então a gente teve agora a inauguração da área molhada no CT, ele deixa mensagens importantes não só para os diretores, não só para a alta cúpula, mas para todos. Então todas essas pessoas que estão ali no clube pensam sempre em ir para frente. Para vencer. É um time que joga, que ataca. Esse é o jeito do Botafogo jogar. Isso dentro de campo e fora do campo. Problemas vão sempre aparecer. Qual clube que não vai ter dificuldades e problemas para enfrentar? A questão é se você interioriza ele e você se dá por vencido, ou se você não se dá por o vencido e vai para cima para poder vencer. Acho que essa que é a grande mensagem. E a própria figura dele no nosso escritório ou nas viagens ou mesmo dentro do vestiário faz muita diferença. Esse é o ponto que mais me chama a atenção – complementou.