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Chay recorda passagem e se declara: ‘Eu amo o Botafogo, vai fazer parte da minha vida eternamente’

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Chay, na Botafogo TV
YouTube/Botafogo TV

Eu vi o Chay. No “Botafogo Podcast”, divulgado durante esta semana, o meia recordou sua passagem pelo Glorioso e se declarou ao clube. Ele tem forte identificação com a torcida.

– Eu amo o Botafogo. O Botafogo faz parte da minha vida. Vai fazer parte da minha vida eternamente. O Botafogo mudou a minha vida, mudou a vida da minha família. E eu amo o Botafogo, é isso. Eu costumo falar que era o momento que o Botafogo precisava de alguém com aquela fome, com aquela gana. E era o momento que eu mais precisava do Botafogo na minha vida. Então, acho que foi muito – afirmou Chay.

– Esse é o meu time. Eu amo o Botafogo, faz parte da minha vida. Extremamente feliz de estar aqui contando a minha história e extremamente feliz de saber que faço parte dessa história. Como o Botafogo faz parte da minha história, eu vou ser e sou eternamente grato pelo Botafogo. Essa instituição, como a gente estava comentando aqui, é uma família. Não acho que fiz parte, eu faço parte dessa família Botafogo. Tenho grandes amigos ainda aqui. Agradecer todo o carinho que recebo até hoje do torcedor botafoguense. Fico feliz em poder ter retribuído um pouco com a história do Botafogo e com o torcedor. E, cara, é sempre bastante emocionante para mim falar de Botafogo, de como o Botafogo faz parte. É bastante difícil, porque é um amor incondicional, faz parte, vai fazer parte para mim para sempre – destacou.

Chay recordou como foi a chegada ao Botafogo. Na época, o meia estava na Portuguesa-RJ. No Glorioso, foi peça fundamental no título da Série B em 2021.

– Em 20, o Ricardo (Mestre, agente de Chay) perturbava o (Eduardo) Freeland. Ele não estava aqui ainda. Quando ele assume, o Botafogo estava prestes cair, o Ricardo perturbava. E o Freeland falava, não é o momento de eu fazer uma aposta e tal, não dá. Aí virou o ano, tudo correndo bem, só que 90% dos clubes de Série B já começaram a ligar e me procurar. Só que o Ricardo oferecia aqui. A gente (Portuguesa) tem o jogo contra o Botafogo, lá no Giulite Coutinho, eu faço um golaço. Aí já veio muito da torcida, pô, tem que trazer. Aí o Freeland falou “agora já melhoram as coisas pra mim”. Porque era um momento conturbado, ele fazer uma aposta num jogador de 30, que vai fazer 31 anos no final do ano. E aí a gente ficava bem tranquilo com relação a isso, que a gente entendia. Mas ele falava que tinha interesse e pedia calma. E eu tive essa calma. Até chegou um certo ponto que o Londrina vem fazer uma proposta bastante alto salarial. Tipo, eram quatro vezes mais do que eu ganhava na Portuguesa. E aí eu falei, “Ricardo, meu filho vai nascer. Não dá pra esperar mais”. No futebol a gente não pode viver só de sonho. Tudo acertado, beleza. Aí um belo dia o Freeland liga. “Não, não acerta nada, não. Aqui vai caminhar, fica tranquilo. Me dá dois, três dias”. A gente enrolou lá. No segundo ou no terceiro dia, o Freeland e fala “fica tranquilo. Vamos fazer a proposta de empréstimo com a Portuguesa”. Cara, era o Botafogo. Com todo o respeito à instituição Londrina, mas era o Botafogo. Então, eu queria muito. Era o clube que eu queria. Eu tinha escolhido – lembrou.

– Para mim, foi marcante porque eu falo assim, eu fiz parte da construção de uma história. Nós fizemos parte da construção de uma história. Porque disse-se muito que se não subisse não tinha John Textor na situação, não viria essa safra de John Textor. Três anos depois ser campeão de um brasileiro e ser campeão de uma Libertadores. Acho que nem nos maiores sonhos o torcedor poderia imaginar isso. E eu fico muito feliz de ter roído um osso danado. Peguei também o filé, um pouquinho, né? Hoje eu vou lá no Lonier e vejo a total diferença. Está bonito demais – concluiu.

Veja o vídeo da Botafogo TV abaixo.

Fonte: Redação FogãoNET e Botafogo TV

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