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Fenapaf e Fluminense levantam pauta, clubes se mobilizam, e há possibilidade de veto a gramados sintéticos a partir de 2025 ou 2026; Botafogo e Palmeiras defendem campo artificial

Por: FogãoNET

- Atualizado em

Fenapaf e Fluminense levantam pauta, clubes se mobilizam, e há possibilidade de veto a gramados sintéticos a partir de 2025 ou 2026; Botafogo e Palmeiras defendem campo artificial
Arthur Barreto/Botafogo

Não está encerrada a discussão sobre grama sintética no futebol. Em Conselho Técnico realizado nesta terça-feira, a CBF permitiu o uso no Campeonato Brasileiro deste ano, mas por entender que era impossível suspender neste momento e não se posicionou sobre a questão. A ESPN, o “GE” e o blog do Rodrigo Mattos, do “UOL”, trouxeram detalhes da questão.

A reunião trouxe como paliativo a possibilidade de visitantes treinarem na grama sintética um dia antes dos jogos contra Athletico-PR, Botafogo e Palmeiras, para se ambientarem. No entanto, segundo a ESPN, ficou uma sinalização da possibilidade de veto do gramado artificial a partir de 2025 ou 2026.

O caso vai ser estudado pela Comissão Nacional de Clubes, composta por São Paulo, Internacional, Fluminense, Fortaleza e Atlético-GO, todos clubes que jogam em gramados naturais e que vão estudar se o sintético é prejudicial.

Por meio do CEO Thairo Arruda, o Botafogo defendeu a grama artificial e citou que há estudos que garantem não haver aumento de lesões, informou o “UOL”. Já o ESPN traz a informação que o Palmeiras também se posicionou e citou a qualidade ruim dos gramados em geral no futebol brasileiro, como no Maracanã. O clube paulista alega que não há evidência científica de mais lesões nem de ganho técnico.

O “GE” informa ainda que partiu da Fenapaf e do Fluminense o levantamento da pauta. A Comissão de Médicos da CBF levantou que na Arábia Saudita e na Finlândia estudos apontaram menos lesões em gramados sintéticos, mas considera não há dados conclusivos. A CBF pode contratar uma consultoria internacional para avaliar a questão.

Fonte: Redação FogãoNET, ESPN e blog do Rodrigo Mattos (UOL)

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