Coordenador do Núcleo de Saúde e Performance, Marcos Cezar concedeu entrevista à Botafogo TV e explicou as estratégias para o Super Mundial de Clubes. O profissional valorizou a estrutura e a logística do Alvinegro.
Leia abaixo:
Planejamento
– A gente pensou nesse Mundial já há muito tempo. Primeiro, foi desde o trabalho do pessoal capitaneado pelo Alexandre Costa, de escolher o local, onde a gente iria ficar dentro daqueles que estavam disponíveis para nós. A partir daí então a gente começa todo o entendimento do local, a logística para a universidade onde a gente está treinando e com isso a gente então fez toda uma organização de entender um pouquinho o local, os locais de treinamento e o nosso local de hospedagem. Aí sim a gente começou a pensar como seria desde a saída do Brasil até aqui, um voo super longo, a gente tem aqui um jet lag de quatro horas a menos do que no Brasil, então os primeiros dias também a gente tem uma preocupação em oportunizar os atletas a uma adaptação a esse novo fuso. Isso desde a nossa chegada até agora tem ocorrido da maneira como a gente planejou.
Chegada
– Já estava também planejada essa primeira ativação, na verdade seria também para movimentar os atletas um pouco depois desse período todo de um voo bem longo, que faz parte também desse processo até de já começar a adaptação deles aqui na Califórnia. Então ocorreu também tudo dentro do planejado. A gente já teve a primeira sessão de treinamento, os atletas responderam bem dentro da medida do possível, considerando esse deslocamento longo. A gente percebe que os próximos dias a tendência é que as sessões de treinamento ficam cada vez mais qualificadas e os atletas se adaptando cada vez mais até o primeiro jogo.
Estrutura nos Estados Unidos
– Eu acho que, além do hotel, na própria universidade a gente tem uma estrutura de altíssimo nível que a gente está usufruindo, dois campos de excelente qualidade, toda a estrutura também para o nosso staff do Núcleo de Saúde e Performance, uma área para fisioterapia, uma área também de academia para que a gente possa fazer todas as preparações para os treinamentos. A gente está muito satisfeito também com toda essa estrutura e a qualidade da estrutura que a gente tem aí para poder preparar os nossos atletas.
Deslocamentos
– Para o primeiro jogo, que é em Seattle, a gente vai ter uma sessão de treinamento pela manhã naquele dia, então a gente vai viajar na véspera do jogo, retornaremos após o jogo e no dia seguinte a gente vai ter atividade só no período da tarde. Já pensando também numa logística que não foge muito do que a gente tem no Brasil, a gente tem voos também com tempo longo de deslocamento, então de certa forma a gente está adaptando a logística daquilo que a gente já tem na nossa realidade no Brasil agora aqui durante o Campeonato Mundial. É claro que quando os jogos, o segundo jogo, o terceiro jogo, forem em Los Angeles, a logística é um pouco mais tranquila em relação a esse deslocamento a Seattle, a gente também vai na véspera do jogo, mas é um deslocamento muito mais rápido, eu diria assim, em relação a essa viagem para Seattle.
Recuperação
– Hoje a gente tem uma estrutura que a gente pode dizer de altíssimo nível, inclusive com a nossa parceira que é muito importante nesse aspecto do recovery, que é a Avanutri, hoje ela disponibiliza recursos que a gente pode estar oportunizando as atletas e ofertando a eles nos próprios deslocamentos aéreos já fazer esse recovery após os treinamentos e já se preparando para o próximo jogo. Então a gente tem realmente essa condição de durante o deslocamento também os atletas que tiverem essa necessidade a gente pode ofertar durante a própria viagem.








