Danilo Pereira chegou ao Botafogo e logo pegou a camisa 9. O centroavante emprestado pelo Rangers pensou na 99, mas preferiu respeitar o número que ficou marcado com Igor Jesus no Glorioso. Foi o que ele contou em entrevista à Botafogo TV após sua apresentação oficial.
– Acho que representa muita coisa também, né? Referente ao meu desejo também de me profissionalizar aqui no Brasil, sempre quis vestir a camisa 9 por conta da responsabilidade de você ser esse cara, de ser chamador de gol, de ter essa responsabilidade da equipe estar precisando e realmente ver que tem uma camisa 9 ali para poder fazer o que a torcida, o que o Mister (Franclim Carvalho), espera de você. Então, troquei de número também no Rangers, coloquei a 99, que o Igor usou aqui e foi especial também. Então, não pude nem pedir também por conta disso, por tudo que ele fez aqui no Botafogo também. Descobri que a 9 estava disponível. Então, acho que isso me fez querer buscar minha referência de usar a 9 e poder ter alegrias com essa camisa também. E espero poder fazer muitos gols. Esse é o meu maior objetivo aqui. Ajudar a equipe, claro, com gols, assistências e raça – declarou Danilo Pereira.
No Botafogo, o jogador pode atuar ao lado de Arthur Cabral, que é a referência no setor ofensivo.
– Isso foi uma das grandes conversas que eu tive com o Mister, dessa possibilidade de jogar em 4-4-2. Como ele viu que eu sou um jogador versátil, em vez de você ter dois centroavantes ali, claro, o Arthur é bem forte, alto também, eu gosto de me movimentar, esperar aquela segunda bola. Às vezes até ele dá uma cascada, eu já consigo pegar a segunda bola ou fazer um dois. Acho que vai ser um ponto bem forte para a gente e para a equipe. Em referência a isso, quando você está jogando no 4-3-3, você tem aquele centroavante ali, às vezes ele está sozinho, às vezes ele precisa de alguém ali, mas não tem ninguém por perto. Fica um pouco mais complicado. Acho que vai ser uma das armas bem fortes que a gente pode usar também durante o jogo – projetou Danilo Pereira.