Usamos cookies para anúncios e para melhorar sua experiência. Ao continuar no site você concorda com a Política de Privacidade .
Jogos

Copa Sul-Americana

09/04/26 às 19:00 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

X

Escudo Caracas
CAR

Campeonato Brasileiro

04/04/26 às 21:00 - São Januário

Escudo Vasco
VAS

1

X

2

Escudo Botafogo
BOT
Ler a crônica

Campeonato Brasileiro

01/04/26 às 19:30 - Nilton Santos

Escudo Botafogo
BOT

3

X

2

Escudo Mirassol
MIR
Ler a crônica

Site traz detalhes de aporte proposto por John Textor à SAF do Botafogo; contrato com ‘Eagle Cayman’ é mencionado

Por: FogãoNET

- Atualizado em

John Textor, acionista da SAF Botafogo | Abril 2024
Vítor Silva/Botafogo

O portal “GE” trouxe nesta quarta-feira (8/4) detalhes do aporte de US$ 25 milhões proposto por John Textor na SAF do Botafogo, atrelado à emissão de novas ações. De acordo com a reportagem, o Banco BTG ainda não emitiu um um parecer ao clube associativo sobre a questão.

A oferta do empresário norte-americano ao clube social menciona um Contrato de Compra e Venda datado de janeiro de 2026, no qual a SAF e a Eagle Bidco acertam a transferência de aproximadamente US$ 40 milhões em créditos financeiros e uma participação de 90% nas ações.

Tudo isso seria repassado à Eagle Football Group, empresa sediada nas Ilhas Cayman que foi criada em outubro de 2024 para entrar na Bolsa de Nova York. Na prática: a atual controladora do Botafogo venderia a SAF para outra empresa, a “Eagle Cayman”.

Nos termos do contrato citado, a “Eagle Cayman” se comprometeria a injetar US$ 50 milhões em até cinco anos a partir da data de transferência das ações – os US$ 25 milhões citados por Textor seriam a primeira parcela -, além de quitar os US$ 40 milhões de créditos recebíveis até o último dia de 2026.

No entanto, essa transferência de ações só pode acontecer se for aprovada por todas as partes, entre elas a Ares, credora da Eagle Bidco. A SAF deseja que o social assine o documeto e encerre negociações com a Ares, enquanto fontes próximas a Textor creem que, se a Ares contestar a validade da assinatura, o tema poderia ser resolvido na Justiça.

Fonte: Redação FogãoNET e GE

Comentários