Enderson exalta organização e diz: ‘Botafogo é gigantesco, um dos pilares do futebol brasileiro, precisa resgatar isso’

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Por FogãoNET

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Enderson exalta organização e diz: ‘Botafogo é gigantesco, um dos pilares do futebol brasileiro, precisa resgatar isso’
Vitor Silva/Botafogo

Enderson Moreira pegou o Botafogo em 14º lugar na Série B, chegou sob desconfiança e com o time em má fase. Em impressionante campanha de recuperação, levou o time às primeiras posições, está próximo de subir e do título. O acesso pode ser conquistado nesta segunda-feira, se vencer o Operário-PR, no Estádio Nilton Santos.

Um dos responsáveis pela mudança, o técnico Enderson Moreira exaltou o Botafogo e a torcida.

– Eu espero que eles possam se sentir bem representados pelo time dentro de campo, que tenta fazer o seu melhor. Ninguém queria que a queda acontecesse, mas se aconteceu o clube precisa tirar coisas positivas. O Botafogo está buscando outro caminho, e isso é fundamental para reestruturação do clube. Esse clube é gigantesco, é um dos pilares do futebol brasileiro e precisa resgatar isso. Espero que a torcida realmente possa estar muito feliz no final deste ano. E acho a conquista da Série B muito importante para mostrar que essa conquista foi o divisor de águas de um novo caminho – destacou Enderson, a “O Globo”.

O treinador relembrou a chegada ao Botafogo e contou que tinha uma impressão diferente vendo de fora.

– Quando você chega num clube como o Botafogo, o objetivo é muito claro. Tem que conquistar resultado porque a pressão é enorme. Mas internamente o ambiente era bom. A expectativa e imagem que as pessoas têm do Botafogo, não condizem tanto como é realmente o clube. Mesmo com essas dificuldades é um clube organizado. Aquela ideia de clube desorganizado não existe, e isso facilitou muito – afirmou Enderson, que valorizou a formação do elenco.

– Isso é tão importante quanto as outras coisas (talento, técnica). É a gestão do grupo e como esse grupo se relaciona. No futebol, os atletas são levados a ser muito individualistas, mas é um esporte que só funciona no coletivo. Prefiro ter um elenco com boa capacidade de entendimento da questão coletiva porque isso ajuda muito no processo. No momento mais difícil do clube eles tiveram a capacidade de enfrentamento, não se omitiram e a torcida sente. A primeira conversa no vestiário foi: “Não está chegando aqui nenhum Salvador da Pátria”. Falei que tudo que eu tenho é uma forma de trabalhar e que precisaria que eles abraçassem as minhas ideias. Tentaram abraçar as ideias desde o primeiro jogo, e estão sempre tentando fazer – completou.

Fonte: Redação FogãoNET e O Globo

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