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Especialista em segurança sugeriu setor exclusivo para mulheres no Nilton Santos; Botafogo gostou; ideia divide opiniões

Por: FogãoNET

Especialista em segurança sugeriu setor exclusivo para mulheres no Nilton Santos; Botafogo gostou; ideia divide opiniões
Vitor Silva/Botafogo

Em discussão internamente, o Botafogo pode criar um setor exclusivo para mulheres no Estádio Nilton Santos, com o objetivo de evitar o assédio ao público feminino. O projeto é comandado pelo diretor de negócios Lênin Franco, mas a ideia não partiu exatamente do clube.

De acordo com o “Estadão”, a especialista em segurança feminina, Erica Paes, atua junto ao Botafogo. A ideia nasceu da parceria do clube com o programa Empoderadas, ligado à secretaria estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

– Fomos procurados pelo presidente do Botafogo e, inicialmente, era para ver quais propostas poderíamos estar construindo para as mulheres. A ideia (do setor) foi sugerida por mim, ele adorou. Nosso trabalho é sobre respeito e acolhimento. Não gostaria de ter um espaço exclusivo para mulheres, mas é necessário. A questão não é separar, mas oferecer um lugar seguro para elas. Acho que vai ser incrível para elas – afirmou Érica Paes.

Por outro lado, há quem não concorde com a ideia. Como a assistente administrativa Ana Carvalho, do movimento BotaFOGO no assédio.

– Parece uma notícia boa, mas chegamos a um consenso que é muito problemático. O Botafogo não ouviu o público feminino. A nossa comunicação com o clube é quase inexistente. Não entraram em contato com a gente. A gente pede para ser ouvida. Desde março do ano passado, conseguimos falar com o Botafogo uma vez. Por que não pensar em algo mais inclusivo? O estádio inteiro tem que ser seguro, não só um pedaço – pediu.

A A pesquisadora do Laboratório de Estudos em Mídia e Esporte (LEME), da Uerj, Leda Costa, vê ação como um passo inicial.

– Você viabiliza a presença de mulheres sem o risco delas serem importunadas no momento de torcer. A ideia do setor não é excludente porque é um programa no qual as próprias mulheres estão participando, não vem de cima para baixo. O setor não é obrigatório, as mulheres não precisam estar ali, mas é importante que ele exista. Vale lembrar que o estádio já é compartimentalizado, dividido em setores (por valor de ingresso) – declarou.

Fonte: Redação FogãoNET e Estadão

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