Enquanto o aporte de US$ 50 milhões prometidos para cair nesta semana no Botafogo não chega, o clube trabalha com dois planejamentos para a sequência da temporada 2026: um sem o transfer ban, que seria pago com a ajuda desse investimento, e outro com a continuação da proibição de registrar jogadores, segundo informou o jornalista Bernardo Gentile no canal “Arena Alvinegra” nesta segunda-feira (26/1).
Os dirigentes da SAF estão preparados para os dois cenários para que, caso John Textor não consiga concluir este novo financiamento, eles não sejam surpreendidos.
– Há dois planejamentos rolando. Um é se você conseguir pagar o transfer ban, estar liberado para contratar e tudo mais. E o outro é se você não conseguir pagar o transfer ban. O Botafogo sabe que existem essas duas possibilidades. Por mais que o Textor fala que entrou dinheiro, a gente sabe que o tempo é curto, envolve muitas pessoas, envolve MLS, envolve advogados etc. Então, tem que preparar todos os terrenos – explicou Gentile.
– Se pagar o transfer ban, ótimo. Vai lá, tenta fechar com o Medina ainda, pode inscrever o Villalba, Ythallo, pode buscar outras possibilidades na janela que estavam paralisadas por conta do transferban. Não caiu o transfer ban? Aí já tem a questão das categorias de base, dos jovens subindo para o profissional, sendo adicionados ao elenco do Anselmi, porque, quando precisa de profundidade de elenco, se você não consegue contratar, você recorre ao que tem na base – completou.
O Botafogo já tem cinco reforços aguardando a permissão da Fifa para serem inscritos: os zagueiros Ythallo e Riquelme, o lateral-esquerdo Jhoan Hernández, o volante Wallace Davi e o atacante Lucas Villalba. Há também o acerto encaminhado com Cristian Medina, do Estudiantes.
De acordo com a “Rádio Tupi”, o Botafogo já tem um acordo encaminhado com a MLS para pagar pagar a dívida com o Atlanta United que gerou o transfer ban, em três parcelas de US$ 10 milhões. Parte do aporte anunciado por Textor será para este fim.