Léo Linck teve boa atuação e foi seguro quando acionado na vitória do Botafogo por 2 a 0 sobre o Nacional Potosí, nesta quarta-feira, no Estádio Nilton Santos, pela segunda fase da Libertadores. Ele também chamou atenção por atuar como uma espécie de “goleiro-linha”, dando opção de passe para iniciar jogadas.
– Eu acho que toda partida tem uma certa característica. Nós sabíamos que eles não iriam pressionar tão alto e poderíamos usar dessa arma. A gente precisava fazer o resultado, então foi um pedido do Anselmi. Já falei lá no campo que se precisar de mim para ajudar, eu vou estar à disposição – garantiu Léo Linck, na zona mista.
O goleiro viu com naturalidade a pressão e o misto de vaias e aplausos da torcida no fim da partida.
– Eu entendo. O torcedor é emoção. Ele quer vencer por 2, 3, 4, 5 a 0. Mas não é porque é uma equipe da Bolívia que não merece respeito. Sabemos que não fizemos um segundo tempo tão bom, mas o importante era a classificação, era ganhar, não sofrer gols. E isso a gente conseguiu fazer – citou.
Léo Linck ainda foi perguntado sobre o goleiro Neto, que sequer foi relacionado para a partida. Eles mantêm diálogo constante.
– Olha, a gente conversa conversa no dia a dia, deseja força um para o outro. Foi uma opção do técnico e a gente respeita. A gente respeita, tanto o Neto quanto eu e o Raul. Nós estamos à disposição do clube. Ele me desejou força, desejou um bom jogo e disse que estava na torcida – resumiu.